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103-2016

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Rendimento: 1 Ovo
Tempo de Preparo: de 30 a 45 minutos

Ingredientes – Pão de mel

  • 1 xícara (chá) de açúcar
  • 1 xícara (chá) de mel Lambertucci
  • 200 g de manteiga
  • 3 ovos
  • 1 xícara (chá) de leite
  • 3 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 1 colher rasa de fermento em pó
  • Doce de leite comprado pronto
  • 500 g de chocolate para cobertura ao leite (fracionado)

Modo de fazer

Bata o açúcar, o mel Lambertucci, a manteiga e os ovos por 5 minutos. Adicione o leite e a farinha, batendo até ficar homogêneo. Acrescente o fermento. Despeje em uma fôrma untada com a farinha e leve ao forno médio por 50 minutos. Desenforme. Derreta o chocolate em banho-maria, conforme instruções da embalagem. Reserve.

Montagem

1. Em uma fôrma própria para os ovos de Páscoa, passe uma camada de chocolate e leve para a geladeira até que ele endureça. Retire e passe uma camada de doce de leite.
2. Cubra todo o doce de leite com os pedaços do pão de mel Lambertucci. Em seguida, coloque outra camada de chocolate e leve à geladeira novamente. O ovo estará pronto quando desgrudar da fôrma. A validade é de 15 dias. Invista na apresentação visual para conquistar o cliente com os olhos.

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2302-2016

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A drástica redução, em todo o mundo, da quantidade de abelhas desperta preocupação porque, além da importância que têm para a biodiversidade, elas são responsáveis pela polinização que garante a existência de quase 40% dos alimentos consumidos por nós — muito mais que o mel, portanto.

As picadas dolorosas e o zunido insistente no ouvido fazem com que, geralmente, as abelhas não sejam lembradas de maneira amistosa – a despeito das delícias do mel. E com uma ressalva fundamental: o mel está longe de ser a grande contribuição das abelhas para a humanidade. Sem elas, metade das gôndolas de alimentos dos supermercados estaria vazia. Por meio da polinização, esses insetos promovem o seu maior impacto na biodiversidade e na produção dos alimentos: 35% das lavouras e 94% das plantas silvestres dependem dessa atividade. A má notícia é que esse, por assim dizer, “serviço ecológico” está em risco diante de um fenômeno batizado de desordem do colapso das colônias. De 1940 até hoje, o número de abelhas diminuiu de forma drástica no mundo – nos Estados Unidos, o país mais afetado pelo problema, caiu pela metade (veja o quadro na pág. 86). Ainda é misteriosa a razão por trás desse sumiço, apesar de existirem fortes hipóteses. Na segunda-feira 22, a ONU planeja chamar atenção para o assunto com a divulgação, em evento na Malásia, do relatório Polinizadores, Polinização e Produção de Alimentos. O documento, o primeiro fruto do órgão internacional Plataforma Intergovernamental para Políticas Científicas sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), procura identificar, entre outros pontos, os motivos que levaram à desordem que faz sumir as colônias e as possíveis soluções.

O trabalho é resultado do esforço conjunto de 75 pesquisadores, de diversas nações. VEJA teve acesso a informações presentes no documento. Ele combina o conhecimento acadêmico que se tem sobre as abelhas e os demais animais polinizadores (como outros insetos, aves e morcegos) e suas contribuições, traz exemplos de boas práticas para a proteção das espécies e propõe soluções para a situação adversa – como a adoção de políticas ambientalistas. “É um tópico de enorme importância política, visto que o desaparecimento das colônias pode afetar negativamente a economia, além da dieta de cidadãos, de um país”, ressalta a bióloga Vera Lúcia Fonseca, do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP) e diretora do IPBES, o órgão da ONU. “Antes de tudo, o relatório procura conscientizar a todos da importância dos polinizadores, além de promover a união de governos para protegê-los”, completa Vera.

Não é por acaso que a pesquisadora faz referência aos danos econômicos potenciais da desordem. Estima-se que um mercado de 218 bilhões de dólares anuais depende do serviço de polinização prestado pelas abelhas. Os Estados Unidos, o maior exportador agrícola do mundo, perderiam 15 bilhões de dólares por ano com a intensificação do problema – no Brasil, o prejuízo seria de 12 bilhões de dólares. Isso explica por que, em junho de 2014, o presidente americano Barack Obama transformou o alarme em questão de Estado, ao anunciar a criação de uma força-tarefa, composta de cientistas e políticos, para ir atrás de respostas.

Os estudiosos ainda investigam qual seria a raiz do problema. Acredita-se que sejam dois os principais fatores: a disseminação do uso de pesticidas, que enfraquecem as colônias, e a ação de parasitas, como o varroa, ácaro que ataca o organismo do animal, e o Acarapis woodi, que afeta o sistema respiratório. Entretanto, há consenso de que não existe apenas uma razão (ou duas), e sim um somatório que acabou por construir um cenário cruel para os insetos. As abelhas estão perdendo seu hábitat quando florestas e jardins dão lugar a construções ou mesmo a plantações de uma única cultura – a espécie necessita de alimentação variada para sobreviver. As intensas mudanças climáticas pelas quais passa a Terra, em consequência do aumento da emissão de gases do efeito estufa pelo homem, também colaboram para o desaparecimento dos insetos. As estações menos definidas, além das elevações e quedas bruscas na temperatura e na umidade, acabam por bagunçar o ciclo de florescimento das flores, das quais as abelhas são dependentes.

Os Estados Unidos são tidos como o país que mais vem se movimentando para combater o ritmo da desordem. O comitê criado por Obama apresentou no ano passado o documento Estratégia Nacional para Promover a Saúde das Abelhas e Outros Polinizadores. Nele, estabeleceu-se como meta reduzir a baixa de abelhas durante o inverno a no máximo 15% em dez anos – hoje, a taxa é de 23%. Nas últimas décadas, após o inverno, as colônias não têm conseguido recuperar-se desses períodos de perda. Caso a diminuição das colônias seja menor nas estações de frio, o efeito esperado é que elas consigam se restabelecer na primavera e no verão. Também se planeja aumentar a presença de outros polinizadores, como a borboleta-monarca. O governo americano calcula que haja atualmente 30 milhões de exemplares dessa espécie colorida na América do Norte, diante dos 970 milhões que existiam em 1996. O que se espera é reverter a queda, alcançando ao menos o número de 225 milhões. Entre as estratégias para proteger os polinizadores está, por exemplo, a restauração de 28 000 quilômetros quadrados (o equivalente ao território do Havaí) de seus hábitats nos próximos cinco anos.

Por que o lado ocidental do Hemisfério Norte tem sido mais prejudicado que o restante do planeta? O motivo é a dependência das plantações americanas e europeias de apenas um tipo de abelha, a Apis mellifera. Importada da África e da Ásia para a polinização de plantações comerciais, a espécie ganhou a preferência de apicultores por não ser agressiva e manter colônias enormes e resistentes. Agora, porém, ela é a maior vítima da amedrontadora desordem.

Na França, por exemplo, 100 000 colônias de Apis mellifera foram perdidas desde 1995, e a taxa de mortalidade das abelhas triplicou. Diante disso, Paris é uma das cidades que mais têm adotado medidas conservacionistas. Em junho do ano passado, o município assinou o protocolo Abelha: a Sentinela do Meio Ambiente. Nele, a capital francesa se comprometeu a proibir a venda de uma série de pesticidas, além de ampliar o apoio à apicultura. Até 2020, planeja-se o plantio de 20 000 árvores em jardins parisienses, além de 300 000 novos metros quadrados de espaços verdes – em torno de um quinto da dimensão do Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Paris ainda é o centro urbano com a maior presença de criadouros de abelhas da Europa, com um total de 600, ocupando uma área de 4,6 quilômetros quadrados – parte deles instalada em tetos de edifícios e casas.

Há indícios de que a redução no número de abelhas esteja se repetindo, em ritmo acelerado, em outros locais, incluindo países pobres. No entanto, muitas vezes os dados coletados não são suficientes para corroborar a tese. É o caso do Brasil, que não conta com um histórico do número de abelhas em território nacional, de forma que os pesquisadores não têm como comparar o número atual com os anteriores. Assim, ficam sem saber se a redução é alarmante por aqui. “Mas há sinais de que também sofremos do mesmo mal”, afirma a bióloga Tereza Cristina Giannini, do Instituto Tecnológico Vale Desenvolvimento Sustentável. “Em pesquisas de campo, descobrimos que existem regiões nas quais as plantações apresentam déficit de polinização, refletido na baixa produção de frutas, flores e alimentos”, relata Tereza.

A favor do Brasil, contudo, pesa um ponto que nos deixa em posição de vantagem ante a desordem. O país não é dependente de apenas uma espécie, como ocorre com os Estados Unidos e a Europa. Uma pesquisa da revista científica Apidologie, especializada em apicultura, estima a existência de pelo menos 250 tipos de polinizadores em todo o território brasileiro, dos quais 87% são de abelhas.

Por que, então, mundo afora, apesar da essencialidade desses insetos para o equilíbrio do meio ambiente, as campanhas de proteção a eles não recebem tanta atenção quanto as destinadas aos ursos-polares ou aos elefantes-africanos, por exemplo? Explicou a VEJA a bióloga americana Heather Mattila, do Wellesley College: “O modo de funcionar do nosso sentimento de empatia está no centro desse dilema. Sentimo-nos próximos de animais parecidos conosco, grandes mamíferos que vivem em grupos e interagem socialmente. Devíamos, porém, olhar direito para as abelhas. Elas trabalham duro para alimentar suas crias, organizam-se em colônias e até se preocupam com a higiene e a segurança de suas casas. Não devia ser tão difícil para o homem identificar-se com esses elementos”. O.k., se o fator da empatia não funcionar com as abelhas, lembre-se então de quanto elas são fundamentais para garantir a existência de grande parte dos alimentos que chegam à nossa mesa. Perto disso, um zumbido chato não é nada.

Fonte: Revista Veja

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2202-2016

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A Lambertucci começa o ano com o pé direito absorvendo mais uma oportunidade de participar da Edição 2016 da Feira Gulfood, em Dubai – UAE.

Esta importante feira de alimentos voltada ao mercado Árabe tem o poder de reunir empresas de mais de 160 países, ocasionando a circulação de mais de 90.000 mil compradores com a mais ampla variedade de comidas e bebidas.

O stand da Lambertucci ficará localizado no Pavilhão Brasileiro Hall 3 – Estande E340.

Datas:
21 Fevereiro: 11:00h – 19:00h
22 Fevereiro: 11:00h – 19:00h
23 Fevereiro: 11:00h – 19:00h
24 Fevereiro: 11:00h – 19:00h
25 Fevereiro: 11:00h – 17:00h

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1602-2016

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A instituição U.S. National Library of Medicine National Institutes of Health, realizou um um ensaio clínico (em humanos) sobre o efeito da própolis em pacientes com dengue hemorrágica.

Os resultados são ótimos e acreditamos que a Própolis tem sim efeito preventivo, pois ela é constituída de resina de arvores e os insetos tem aversão as resina, pois por instinto, eles sabem que podem morrer grudados nelas. Da mesma forma, a própolis aumenta muito as defesas imunológicas e isto pode reduzir a virulência do ZIKA.

Link da Pesquisa (conteúdo em inglês):
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4266269/

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502-2016

No dia 04/02/16 foi realizado uma palestra para os alunos do Colégio Adventista de Rio Claro, com o objetivo de falar da importância das abelhas para a humanidade, na produção de alimentos e os benefícios do Mel e produtos apícolas para nossa saúde.

E no dia 05/02/16 recebemos a visita dos alunos para conhecer as instalações da Lambertucci, onde aprenderam sobre a trajetória do mel desde o campo até o produto final.

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202-2016

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Ingredientes:

  • 2 xícaras de chá de farinha de trigo;
  • ½ xícara de chá de açúcar mascavo;
  • ½ xícara de chá de Mel Lambertucci;
  • ½ xícara de chá de leite;
  • 6 colheres de sopa cheia de margarina;
  • Especiarias de seu gosto (canela em pó, cravo em pó, raspas de laranja, cardamomo em pó, noz moscada e/ou gengibre em pó);
  • 1 colher de chá de fermento químico em pó;
  • 300g de um recheio pastoso ou cremoso (doce de leite).

Preparo:

  1. Deixe uma forma redonda de 25 cm de diâmetro untada com gordura e polvilhada com farinha de trigo.
  2. Colocar em uma panela a manteiga, o açúcar mascavo e o mel, levar ao fogo médio até derreter. Retirar e deixar esfriar.
  3. Com os ingredientes secos já misturados em outro recipiente, acrescente a mistura fria do mel e vá mexendo com a ajuda de um batedor de arame ou colher de silicone. Aos poucos junte o leite para facilitar. Misture até ficar homogêneo.
  4. Despeje a massa de forma uniforme na forma untada. Leve ao forno já pré-aquecido em temperatura média até que cresça, mude ligeiramente de coloração e o topo fique firme ao toque. (aproximadamente 25 minutos)
  5. Retire do forno e deixe esfriar. Desenforme, corte na metade com uma faca de pão (serra) e recheie. Ao servir cubra com uma calda de chocolate.

Calda de Chocolate: Rendimento 200ml

Ingredientes:

  • 1 e ½ xícara de chá de chocolate em pó;
  • ½ xícara de chá de açúcar;
  • 2 colheres de sopa de manteiga;
  • ½ xícara de água.

Preparo:

  1. Em uma panela, misture o chocolate em pó, o açúcar e a água. Leve ao fogo até ferver.
  2. Agora em fogo baixo, deixe a mistura reduzir até ficar com consistência de calda.
  3. Retire do fogo, acrescente a manteiga e mexa rapidamente até que ela se incorpore na calda.
  4. Pode usar ainda quente ou fria.

Fonte: Glimasgourmet

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2901-2016

Com mais de 30 anos de tradição, a APIÁRIOS LAMBERTUCCI vem se consolidando como uma das empresas lideres em referência de qualidade na produção, comercialização, exportação de mel e produtos apícolas. Saiba tudo sobre essa história de sucesso que foi exibida na BAND Campinas no dia 21/12/15.

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711-2015

abelhas-brasileiras

Abelhas nativas do Brasil desenvolveram uma forma rudimentar de agricultura, cultivando um fungo nos compartimentos da colmeia onde botam seus ovos.

Ao que tudo indica, a protolavoura está mais para uma horta de ervas medicinais do que para um campo de trigo, já que o fungo em questão parece ser capaz de gerar substâncias que protegeriam as larvas do ataque de micróbios.

Diversas formigas são famosas por se dedicar ao cultivo de fungos, mas as mandaguaris (Scaptotrigona depilis), nativas de áreas de vegetação aberta do Sudeste e do Sul do país, são as primeiras abelhas documentadas que apresentam um comportamento parecido, ainda que mais rudimentar.

“No começo, eu achei que o fungo causava uma doença nas abelhas”, contou à Folha o pesquisador Cristiano Menezes, da Embrapa Amazônia Oriental.

É que, durante seu doutorado na USP de Ribeirão Preto, ele estava tentando produzir rainhas mandaguaris em laboratório. Em tese, o processo é simples: viram rainhas as larvas que recebem uma quantidade elevada de comida (seis vezes mais do que o oferecido às futuras operárias).

“Você coleta o alimento larval da própria colônia e o coloca dentro de casulos artificiais com a larvinha recém-nascida. O problema é que a câmara era muito úmida, o fungo crescia muito rápido e matava as rainhas”, recorda Menezes.

Abelha agricultora

Bastou regular a umidade, no entanto, para que as futuras rainhas melhorassem sua expectativa de vida –e para que os pesquisadores notassem um fenômeno curioso: as larvas estavam comendo os filamentos esbranquiçados do fungo. O resto da história está em artigo na revista científica “Current Biology”, assinado por Menezes e por colegas da USP e da Unicamp.

O consumo da quantidade correta de fungo não só é inofensivo para as larvas como, aliás, parece ser essencial: as futuras abelhas têm dificuldade de sobreviver na ausência do micro-organismo do gênero Monascus que, do ponto de vista humano, pode ser considerado um bolor.

Evidências desse fato vieram de um experimento no qual o principal item do cardápio das larvas de mandaguari –uma massa semilíquida regurgitada por operárias “babás”- foi extraída e esterelizada com luz ultravioleta.

Na natureza, a rainha põe seus ovos em cima da gororoba e o compartimento é selado. Quando o ovo eclode, as larvas vão lentamente devorando a pasta.

No experimento, 150 larvas receberam papinha esterilizada, enquanto a outras 150 foi servido alimento inoculado com o fungo. Esse segundo grupo teve uma taxa de sobrevivência de 76%, contra apenas 8% das larvas que comeram pasta esterilizada.

Outros experimentos mostraram que o fungo está presente no material usado pelas abelhas para construir as paredes dos “berçários”. Isso significa que, quando os insetos formam um enxame para montar uma nova colmeia, as operárias da espécie carregam consigo o fungo junto com o material de construção, propagando assim sua “lavoura”.

Segundo Menezes, o termo mais adequado para designar o comportamento seria “protoagricultura”. “O que acontece é que aparentemente não há um cuidado direto com a espécie cultivada, apenas sua propagação, enquanto as formigas, por exemplo, cuidam dos fungos de forma mais ativa” –é por isso que as saúvas vivem cortando folhas, levando-as para seus fungos.

CONEXÃO ASIÁTICA

Pode até ser que os fungos contenham nutrientes sem os quais os insetos não conseguem se desenvolver, mas uma pista importante, que aponta para outra direção, vem de uma fonte insuspeita: a culinária asiática.

Em países como a China e a Coreia do Sul, fungos avermelhados do gênero Monascus, aparentados ao das mandaguaris, são utilizados como condimento e conservante de alimentos como o arroz e o peixe. Substâncias produzidas por esses fungos têm propriedades antibacterianas e podem fazer bem para o coração.

Coincidência ou não, em laboratório, a “papinha” das larvas sem o fungo começava a cheirar mal rapidamente, o que sugere que as abelhas usam o micro-organismo como arma contra micróbios causadores de doenças.

Para o pesquisador, o trabalho pode ter implicações importantes para a agricultura humana. As abelhas, afinal, têm sofrido declínios em sua população no mundo todo, com causas que ainda precisam ser mais estudadas, e, sem elas para fazer o trabalho duro da polinização da lavoura, as colheitas tendem a cair.

“Daí a necessidade de entender a importância dos fungos para a saúde das abelhas. Os fungicidas costumam ser aplicados na lavoura na época da floração [quando as abelhas estão visitando as flores]. Eles não afetam as abelhas adultas, mas elas podem muito bem estar levando os fungicidas para as colônias e eliminando fungos como esse”, explica.

Fonte: Folha

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2210-2015

polinizacao

Criado em 17/10/15 15h27 e atualizado em 17/10/15 16h02
Por Stênio Ribeiro
Edição: Armando Cardoso
Fonte: Agência Brasil
Matéria por: EBC

Pesquisas do projeto Polinizadores do Brasil constataram, nos últimos cinco anos, que abelhas, insetos e aves são fundamentais para o aumento da produtividade em lavouras, pomares e matas. Em alguns casos de polinização com abelhas, principalmente, a produtividade pode aumentar em até 70%, de acordo com o projeto coordenado pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e Ministério do Meio Ambiente.

Apesar dessa contribuição, técnicos do Funbio revelaram que 78% da população brasileira desconhece a importância da polinização para produção de alimentos. Citaram, inclusive, números da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), segundo os quais 70% das culturas agrícolas dependem dos polinizadores. As abelhas são essenciais para garantir a alta produtividade e qualidade dos frutos e de diversas culturas.

Levantamento da Universidade de São Paulo (USP) vai além e informa que cerca de 75% da alimentação humana dependem de plantas polinizadas.

Esse serviço, feito gratuitamente por abelhas, aves e insetos, é estimado em US$ 12 bilhões anuais nas principais culturas brasileiras. Conforme a Funbio, a maioria dos brasileiros desconhece até o que seja polinização.

Planos de manejo

Para divulgar a importância do papel dos polinizadores na produção de alimentos e a necessidade de promover a conservação e o uso sustentável dos animais, o projeto estudou a polinização de culturas agrícolas brasileiras entre 2011 e 2015.

Também produziu uma série de planos de manejo com recomendações para agricultores e observou o comportamento de diferentes espécies de polinizadores, identificando, inclusive, nove novas espécies de abelhas.

De acordo com a secretária-geral da Funbio, Rosa Lemos de Sá, o projeto Polinizadores do Brasil é a maior iniciativa já realizada no país sobre o assunto. É um grande trabalho de pesquisa e análise de dados, envolvendo 60 bolsistas de 18 instituições de pesquisa em 15 estados para entender, conhecer e reconhecer o papel dos agentes polinizadores na produção agrícola.

Segundo Rosa Lemos, das quase 310 espécies de plantas conhecidas, 87% dependem de polinização animal. Rosa acrescentou que as abelhas são responsáveis por mais de 70% das polinizações.

Em parcerias com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), USP, entre outras universidades, as pesquisas coletaram informações sobre o comportamento de agentes polinizadores nas culturas de algodão, caju, canola, castanha-do-brasil, melão, maçã e tomate.

Recomendações

O trabalho rendeu mais de 40 publicações, incluindo plano de manejo para cada cultura estudada, com sugestões de práticas amigáveis aos polinizadores. Entre as recomendações de boas práticas agrícolas para manutenção dos agentes polinizadores, algumas são comuns a todas as culturas: manter a vegetação natural próxima às roças, fazer plantios consorciados, preservar fontes de água e evitar desmatamentos.

“São ações simples que favorecem a visitação dos agentes”, afirmou Vanina Antunes, coordenadora do projeto do Funbio. Ela lembrou que também é importante o cuidado com o uso de agrotóxicos que, em alguns casos, podem reduzir em mais de 80% o número de visitas dos agentes polinizadores às flores.

De acordo com a pesquisadora da Embrapa Recursos Genéticos, Carmen Pires, que coordenou pesquisas de polinização em algodoeiros de Mato Grosso e da Paraíba, o cultivo de algodão próximo a matas nativas costuma receber visitas” mais frequentes de abelhas, com aumento da produtividade em até 18%.

“Interessante observar também que o benefício das abelhas na plantação é maior à medida que há mais variedades de espécies de abelhas na época da floração”, concluiu.

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510-2015

chocomel

Ingredientes

1 kg de chocolate ao leite picado
100 g de manteiga
1 xícara (chá) de mel Lambertucci
200 g de coco ralado
4 colheres (sopa) de creme de cacau (licor)

Modo de Preparo

1- Numa panela, em banho-maria, derreta 1 kg de chocolate ao leite picado e 100 g de manteiga, mexendo sempre (+/- 5 minutos). Retire do banho-maria e adicione 1 xícara (chá) de mel, 200 g de coco ralado e 4 colheres (sopa) de creme de cacau (licor) e misture bem.

2- Numa assadeira retangular (32 cm X 20 cm) forrada com plástico espalhe a massa e leve para a geladeira até endurecer. Depois de firme, desenforme, corte em pedaços e sirva em seguida.

Fonte: Mais Você
Caso tenha dúvidas e queira ver o vídeo, acesse: Mais Você

 

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