Apiários Lambertucci | Página 5 de 14 | Naturalmente o Melhor!Apiários Lambertucci | Naturalmente o Melhor! | Página 5

2403-2016

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Esse molho de mostarda com Mel Lambertucci é uma delícia como acompanhamento de saladas, porções, petiscos, espetinhos, e é super rápido de fazer!

Você só irá precisar de:
1/4 xícara de suco de limão
2/3 xícara de azeite
1 e 1/2 colher de sopa de Mel Lambertucci
3 colheres de sopa de mostarda dijon ou amarela comum
Sal e pimenta do reino à gosto
Misture todos os ingredientes e use com o que preferir.

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2103-2016

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Sabia que o mel é rico em vitaminas A, D, E e C? Essas vitaminas ajudam também a manter os cabelos sedosos, hidratados e saudáveis. Confira abaixo uma receita caseira de máscara de hidratação com mel super fácil de fazer!

Receita:
Você irá precisar apenas de 4 colheres (sopa) de Mel Lambertucci e 8 colheres (sopa) de azeite de oliva (se achar necessário, reduza ou aumente a quantidade).
Misture os ingredientes em um recipiente e aqueça por 15 a 20 segundos no micro-ondas. Misture novamente. Com os cabelos úmidos (lavados apenas com shampoo), aplique massageando mecha por mecha evitando a raiz. Coloque uma touca e espere de 30 a 40 minutos. Lave seu cabelo normalmente com água fria ou morna. De preferência, deixe secar naturalmente ou use um protetor térmico antes de usar o secador.

Seu cabelo ficará super hidratado!

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1603-2016

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Para começar bem o dia, nada melhor que uma deliciosa panqueca com Mel Lambertucci e frutas.

Confira a receita abaixo:

Ingredientes:
350g de iogurte natural
150ml de leite
2 xícaras de farinha peneirada
2 colheres (chá) de fermento em pó
1 colher (chá) de bicarbonato de sódio
2 ovos
100g de maneira derretida (espere esfriar)
Raspas de uma laranja
5 colheres (sopa) de açúcar
Manteira para untar a frigideira
Mel Lambertucci
Morangos para acompanhar

Modo de preparo:
Misture o iogurte natural, o leite e a farinha peneirada. Junte os ovos e a manteiga derretida. Misture até que a massa fique lisa e homogênea. Acrescente o fermento em pó e o bicarbonato de sódio, depois adicione as raspas da laranja junto com o açúcar e misture novamente.

Unte com manteiga uma frigideira de 13cm. Coloque uma concha da massa na frigideira. Quando começar a formar bolhinhas em cima da massa da panqueca, vire e deixe-a fritar do outro lado. Sirva com morangos ou outras frutas de sua preferência e Mel Lambertucci!

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1203-2016

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Sobre a Geleia Real
A Geleia Real é um produto natural, pastoso, de cor branco-perolada, produzida pelas glândulas das abelhas operárias para alimentar as abelhas-rainhas, que além de ganharem fertilidade, vivem até 05 anos enquanto as operárias permanecem estéreis e vivem apenas 45 dias.
Rica em aminoácidos, lipídios, açúcares e proteínas, a Geleia Real contém altos níveis de vitaminas D e E, além dos minerais ferro e cálcio. Esse conjunto de vitaminas, sais minerais e outros elementos vitais são indispensáveis ao organismo humano.

Benefícios da Geleia Real:
- Aumenta a energia, eliminando a sensação de cansaço;
- Reduz o stress, melhorando o sistema nervoso;
- Combate a ansiedade, a depressão e a falta de memória;
- Ajuda no desempenho das funções cognitivas superiores (aprendizagem e memória);
- Previne doenças como Alzheimer e Parkinson, pois estimula o crescimento de células estaminais neurais e células gliais do cérebro;
- Aumenta a libido e a capacidade reprodutiva;
- Tem propriedades anti-inflamatórias, cicatrizantes e antibióticas;
- Ajuda o sistema imunológico;
- Tem ação antioxidante, regenera as células e desacelera o envelhecimento precoce;
- Diminui o colesterol;
- Ameniza a TPM, ajuda no desequilíbrio hormonal, alivia sintomas da menopausa, além de ajudar no tratamento de cistos no ovário e endometriose;
- Combate úlcera, problemas digestivos e torna o fígado mais saudável;
- Auxilia o desenvolvimento ósseo das crianças;
- Ajuda no tratamento de artrites;
- É uma excelente fonte de nutrientes para quem pratica atividade física;
- Combate a anemia e anorexia;
- Auxilia no tratamento do câncer, aliviando náuseas, dores e mal estar causados pela quimioterapia, além de ser preventivo.

Atualmente, as pessoas estão muito preocupadas com a qualidade de vida e também com a beleza, e a Geleia Real pode influenciar diretamente nisso, pois seus componentes são benéficos para as unhas, pele e cabelos, veja abaixo:
- Combate a flacidez;
- Previne o aparecimento de espinhas;
- Melhora a aparência da pele;
- Fortalece as unhas;
- Ajuda na produção de colágeno, prevenindo rugas e o envelhecimento precoce;
- Trata aftas;
- Trata cabelos ressecados, fracos e quebradiços.

Como consumir?
Não há restrição médica para o consumo da Geleia Real, exceto para pessoas alérgicas a picadas de abelha. A Geleia Real pode ser consumida in natura, inclusive por pessoas diabéticas, e ½ colher por dia é o suficiente.

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403-2016

A Lambertucci começou o ano com o pé direito absorvendo mais uma oportunidade de participar da Edição 2016 da Feira Gulfood, em Dubai – UAE.

Esta importante feira de alimentos voltada ao mercado Árabe reuniu empresas de mais de 160 países, ocasionando a circulação de mais de 90.000 mil compradores com a mais ampla variedade de comidas e bebidas.

Voltamos ao Brasil com a sensação de dever cumprido, pois mostramos ao mundo a qualidade e pureza do mel brasileiro, aliado a tecnologia e inovação da Apiários Lambertucci.

Confira algumas fotos do estande da Lambertucci em Dubai.

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103-2016

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Rendimento: 1 Ovo
Tempo de Preparo: de 30 a 45 minutos

Ingredientes – Pão de mel

  • 1 xícara (chá) de açúcar
  • 1 xícara (chá) de mel Lambertucci
  • 200 g de manteiga
  • 3 ovos
  • 1 xícara (chá) de leite
  • 3 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 1 colher rasa de fermento em pó
  • Doce de leite comprado pronto
  • 500 g de chocolate para cobertura ao leite (fracionado)

Modo de fazer

Bata o açúcar, o mel Lambertucci, a manteiga e os ovos por 5 minutos. Adicione o leite e a farinha, batendo até ficar homogêneo. Acrescente o fermento. Despeje em uma fôrma untada com a farinha e leve ao forno médio por 50 minutos. Desenforme. Derreta o chocolate em banho-maria, conforme instruções da embalagem. Reserve.

Montagem

1. Em uma fôrma própria para os ovos de Páscoa, passe uma camada de chocolate e leve para a geladeira até que ele endureça. Retire e passe uma camada de doce de leite.
2. Cubra todo o doce de leite com os pedaços do pão de mel Lambertucci. Em seguida, coloque outra camada de chocolate e leve à geladeira novamente. O ovo estará pronto quando desgrudar da fôrma. A validade é de 15 dias. Invista na apresentação visual para conquistar o cliente com os olhos.

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2302-2016

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A drástica redução, em todo o mundo, da quantidade de abelhas desperta preocupação porque, além da importância que têm para a biodiversidade, elas são responsáveis pela polinização que garante a existência de quase 40% dos alimentos consumidos por nós — muito mais que o mel, portanto.

As picadas dolorosas e o zunido insistente no ouvido fazem com que, geralmente, as abelhas não sejam lembradas de maneira amistosa – a despeito das delícias do mel. E com uma ressalva fundamental: o mel está longe de ser a grande contribuição das abelhas para a humanidade. Sem elas, metade das gôndolas de alimentos dos supermercados estaria vazia. Por meio da polinização, esses insetos promovem o seu maior impacto na biodiversidade e na produção dos alimentos: 35% das lavouras e 94% das plantas silvestres dependem dessa atividade. A má notícia é que esse, por assim dizer, “serviço ecológico” está em risco diante de um fenômeno batizado de desordem do colapso das colônias. De 1940 até hoje, o número de abelhas diminuiu de forma drástica no mundo – nos Estados Unidos, o país mais afetado pelo problema, caiu pela metade (veja o quadro na pág. 86). Ainda é misteriosa a razão por trás desse sumiço, apesar de existirem fortes hipóteses. Na segunda-feira 22, a ONU planeja chamar atenção para o assunto com a divulgação, em evento na Malásia, do relatório Polinizadores, Polinização e Produção de Alimentos. O documento, o primeiro fruto do órgão internacional Plataforma Intergovernamental para Políticas Científicas sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), procura identificar, entre outros pontos, os motivos que levaram à desordem que faz sumir as colônias e as possíveis soluções.

O trabalho é resultado do esforço conjunto de 75 pesquisadores, de diversas nações. VEJA teve acesso a informações presentes no documento. Ele combina o conhecimento acadêmico que se tem sobre as abelhas e os demais animais polinizadores (como outros insetos, aves e morcegos) e suas contribuições, traz exemplos de boas práticas para a proteção das espécies e propõe soluções para a situação adversa – como a adoção de políticas ambientalistas. “É um tópico de enorme importância política, visto que o desaparecimento das colônias pode afetar negativamente a economia, além da dieta de cidadãos, de um país”, ressalta a bióloga Vera Lúcia Fonseca, do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP) e diretora do IPBES, o órgão da ONU. “Antes de tudo, o relatório procura conscientizar a todos da importância dos polinizadores, além de promover a união de governos para protegê-los”, completa Vera.

Não é por acaso que a pesquisadora faz referência aos danos econômicos potenciais da desordem. Estima-se que um mercado de 218 bilhões de dólares anuais depende do serviço de polinização prestado pelas abelhas. Os Estados Unidos, o maior exportador agrícola do mundo, perderiam 15 bilhões de dólares por ano com a intensificação do problema – no Brasil, o prejuízo seria de 12 bilhões de dólares. Isso explica por que, em junho de 2014, o presidente americano Barack Obama transformou o alarme em questão de Estado, ao anunciar a criação de uma força-tarefa, composta de cientistas e políticos, para ir atrás de respostas.

Os estudiosos ainda investigam qual seria a raiz do problema. Acredita-se que sejam dois os principais fatores: a disseminação do uso de pesticidas, que enfraquecem as colônias, e a ação de parasitas, como o varroa, ácaro que ataca o organismo do animal, e o Acarapis woodi, que afeta o sistema respiratório. Entretanto, há consenso de que não existe apenas uma razão (ou duas), e sim um somatório que acabou por construir um cenário cruel para os insetos. As abelhas estão perdendo seu hábitat quando florestas e jardins dão lugar a construções ou mesmo a plantações de uma única cultura – a espécie necessita de alimentação variada para sobreviver. As intensas mudanças climáticas pelas quais passa a Terra, em consequência do aumento da emissão de gases do efeito estufa pelo homem, também colaboram para o desaparecimento dos insetos. As estações menos definidas, além das elevações e quedas bruscas na temperatura e na umidade, acabam por bagunçar o ciclo de florescimento das flores, das quais as abelhas são dependentes.

Os Estados Unidos são tidos como o país que mais vem se movimentando para combater o ritmo da desordem. O comitê criado por Obama apresentou no ano passado o documento Estratégia Nacional para Promover a Saúde das Abelhas e Outros Polinizadores. Nele, estabeleceu-se como meta reduzir a baixa de abelhas durante o inverno a no máximo 15% em dez anos – hoje, a taxa é de 23%. Nas últimas décadas, após o inverno, as colônias não têm conseguido recuperar-se desses períodos de perda. Caso a diminuição das colônias seja menor nas estações de frio, o efeito esperado é que elas consigam se restabelecer na primavera e no verão. Também se planeja aumentar a presença de outros polinizadores, como a borboleta-monarca. O governo americano calcula que haja atualmente 30 milhões de exemplares dessa espécie colorida na América do Norte, diante dos 970 milhões que existiam em 1996. O que se espera é reverter a queda, alcançando ao menos o número de 225 milhões. Entre as estratégias para proteger os polinizadores está, por exemplo, a restauração de 28 000 quilômetros quadrados (o equivalente ao território do Havaí) de seus hábitats nos próximos cinco anos.

Por que o lado ocidental do Hemisfério Norte tem sido mais prejudicado que o restante do planeta? O motivo é a dependência das plantações americanas e europeias de apenas um tipo de abelha, a Apis mellifera. Importada da África e da Ásia para a polinização de plantações comerciais, a espécie ganhou a preferência de apicultores por não ser agressiva e manter colônias enormes e resistentes. Agora, porém, ela é a maior vítima da amedrontadora desordem.

Na França, por exemplo, 100 000 colônias de Apis mellifera foram perdidas desde 1995, e a taxa de mortalidade das abelhas triplicou. Diante disso, Paris é uma das cidades que mais têm adotado medidas conservacionistas. Em junho do ano passado, o município assinou o protocolo Abelha: a Sentinela do Meio Ambiente. Nele, a capital francesa se comprometeu a proibir a venda de uma série de pesticidas, além de ampliar o apoio à apicultura. Até 2020, planeja-se o plantio de 20 000 árvores em jardins parisienses, além de 300 000 novos metros quadrados de espaços verdes – em torno de um quinto da dimensão do Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Paris ainda é o centro urbano com a maior presença de criadouros de abelhas da Europa, com um total de 600, ocupando uma área de 4,6 quilômetros quadrados – parte deles instalada em tetos de edifícios e casas.

Há indícios de que a redução no número de abelhas esteja se repetindo, em ritmo acelerado, em outros locais, incluindo países pobres. No entanto, muitas vezes os dados coletados não são suficientes para corroborar a tese. É o caso do Brasil, que não conta com um histórico do número de abelhas em território nacional, de forma que os pesquisadores não têm como comparar o número atual com os anteriores. Assim, ficam sem saber se a redução é alarmante por aqui. “Mas há sinais de que também sofremos do mesmo mal”, afirma a bióloga Tereza Cristina Giannini, do Instituto Tecnológico Vale Desenvolvimento Sustentável. “Em pesquisas de campo, descobrimos que existem regiões nas quais as plantações apresentam déficit de polinização, refletido na baixa produção de frutas, flores e alimentos”, relata Tereza.

A favor do Brasil, contudo, pesa um ponto que nos deixa em posição de vantagem ante a desordem. O país não é dependente de apenas uma espécie, como ocorre com os Estados Unidos e a Europa. Uma pesquisa da revista científica Apidologie, especializada em apicultura, estima a existência de pelo menos 250 tipos de polinizadores em todo o território brasileiro, dos quais 87% são de abelhas.

Por que, então, mundo afora, apesar da essencialidade desses insetos para o equilíbrio do meio ambiente, as campanhas de proteção a eles não recebem tanta atenção quanto as destinadas aos ursos-polares ou aos elefantes-africanos, por exemplo? Explicou a VEJA a bióloga americana Heather Mattila, do Wellesley College: “O modo de funcionar do nosso sentimento de empatia está no centro desse dilema. Sentimo-nos próximos de animais parecidos conosco, grandes mamíferos que vivem em grupos e interagem socialmente. Devíamos, porém, olhar direito para as abelhas. Elas trabalham duro para alimentar suas crias, organizam-se em colônias e até se preocupam com a higiene e a segurança de suas casas. Não devia ser tão difícil para o homem identificar-se com esses elementos”. O.k., se o fator da empatia não funcionar com as abelhas, lembre-se então de quanto elas são fundamentais para garantir a existência de grande parte dos alimentos que chegam à nossa mesa. Perto disso, um zumbido chato não é nada.

Fonte: Revista Veja

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2202-2016

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A Lambertucci começa o ano com o pé direito absorvendo mais uma oportunidade de participar da Edição 2016 da Feira Gulfood, em Dubai – UAE.

Esta importante feira de alimentos voltada ao mercado Árabe tem o poder de reunir empresas de mais de 160 países, ocasionando a circulação de mais de 90.000 mil compradores com a mais ampla variedade de comidas e bebidas.

O stand da Lambertucci ficará localizado no Pavilhão Brasileiro Hall 3 – Estande E340.

Datas:
21 Fevereiro: 11:00h – 19:00h
22 Fevereiro: 11:00h – 19:00h
23 Fevereiro: 11:00h – 19:00h
24 Fevereiro: 11:00h – 19:00h
25 Fevereiro: 11:00h – 17:00h

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1602-2016

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A instituição U.S. National Library of Medicine National Institutes of Health, realizou um um ensaio clínico (em humanos) sobre o efeito da própolis em pacientes com dengue hemorrágica.

Os resultados são ótimos e acreditamos que a Própolis tem sim efeito preventivo, pois ela é constituída de resina de arvores e os insetos tem aversão as resina, pois por instinto, eles sabem que podem morrer grudados nelas. Da mesma forma, a própolis aumenta muito as defesas imunológicas e isto pode reduzir a virulência do ZIKA.

Link da Pesquisa (conteúdo em inglês):
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4266269/

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502-2016

No dia 04/02/16 foi realizado uma palestra para os alunos do Colégio Adventista de Rio Claro, com o objetivo de falar da importância das abelhas para a humanidade, na produção de alimentos e os benefícios do Mel e produtos apícolas para nossa saúde.

E no dia 05/02/16 recebemos a visita dos alunos para conhecer as instalações da Lambertucci, onde aprenderam sobre a trajetória do mel desde o campo até o produto final.

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