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2906-2015

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Pesquisadores buscam investidores para colocar o gel e exaguante bucal no mercado

Pesquisadores da Fundação Ezequiel Dias (Funed) criaram um gel e enxaguante à base de própolis verde para o tratamento de doenças e infecções na boca. O produto, que integra os projetos de pesquisas apoiados pelo Programa de Incentivo a Inovação (PII), realizado pelo Sebrae Minas e Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Estado de Minas Gerais (SECTES), deverá ser produzido nos próximos anos.

A própolis verde é fabricada pelas abelhas que coletam resina do alecrim do campo. Há alguns anos, o uso terapêutico da substância vem sendo estudado por alguns pesquisadores. “Seu uso caseiro para problemas de garganta ou tosse é bastante difundido. No entanto, hoje não existe nenhum medicamento regulado na Anvisa à base da própolis verde”, explica a pesquisadora da Funed e coordenadora do projeto, Esther Bastos.

Engana-se quem pensa que os problemas na boca reduzem-se às cáries. O local é repleto de microrganismos e exposto a alterações internas e externas fazem da boca um dos órgãos humanos mais expostos a processos infecciosos e a ocorrência de doenças. Além disso, implante dentário ou processos quimioterápicos são contextos que deixam a boca vulnerável ao aparecimento de mucosites e candidíase.

Pensando nisso, pesquisadores da Funed desenvolveram o gel e o enxaguante bucal de extrato de própolis verde que ajudam no tratamento e prevenção de doenças como as mucosites, inflamações que ocorrem na mucosa da boca, frequentes em pacientes submetidos a radioterapias. Outro exemplo é a prevenção de processos inflamatórios em pessoas que fazem implantes dentários. ”Diferentemente dos antibióticos comumente usados em pacientes que fazem implantes, a própolis não somente inibe a ação dos micro-organismos, ela os elimina”, destaca a pesquisadora.

Pacientes que são submetidos à quimioterapia no tratamento de leucemia, portadores de HIV e idosos que utilizam dentadura têm mais chance de desenvolver a candidíase oral, uma infecção causada por fungos, que se desenvolve quando o sistema imune encontra-se enfraquecido. Por sua ação atifúngica, o gel e o enxaguatório de própolis verde podem ser importantes aliados na prevenção e no tratamento da candidíase, proporcionando melhor qualidade de vida para esses pacientes.

Outras vantagens desse enxaguatório é que não há efeitos colaterais, nem aumento da resistência dos micro-organismos, como acontece com o uso prolongado de antibióticos. Além disso, ele não contém digluconato de clorexidina, substância, usado na odontologia como agente antimicrobiano, entretanto, em longo prazo, pode causar enfraquecimento e amarelamento dos dentes. “Nos testes que fizemos houve redução dos micro-organismos anaeróbicos da cavidade oral, sem o aparecimento de manchas nos dentes”, contou Esther.

Por não conter álcool em sua formulação, o novo enxaguante não irrita a mucosa do paciente, como acontece com boa parte dos produtos disponíveis no mercado.

Gel e exaguatório já foram testados, agora os pesquisadores buscam investidores para colocar os produtos no mercado .
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Em 2013, o PII chegou à Fundação Ezequiel Dias (Funed), instituição centenária do estado, referência em pesquisa, dedicada à promoção da saúde pública. “A realização desse programa na Funed estimula a pesquisa no setor de saúde, humana e animal, e projeta soluções para o mercado, viabilizando o desenvolvimento de protótipos e planos de negócios”, afirma a analista da Unidade de Inovação e Sustentabilidade do Sebrae Minas, Andrea Furtado.

Já conhece o Extrato de Própolis da Lambertucci?

Já conhece o Extrato de Própolis da Lambertucci?

Neste ano será lançando a publicação que destaca 17 dos 41 projetos inovadores identificados na Funed. São ideias avançadas de medicamentos, vacinas e tecnologias que ampliam as soluções para tratamento de doenças, controle de epidemias e melhoria da qualidade de vida da população.

Desde 2006, já foram 15 Programas de Incentivo à Inovação (PII) em Minas Gerais, com 280 projetos de pesquisa selecionados e publicados de universidades, faculdades e centros tecnológicos de Lavras, Itajubá, Juiz de Fora, Viçosa, Uberlândia, Belo Horizonte e Montes Claros.

Fonte: DeFato

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1806-2015

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A Lambertucci recebeu neste ultimo sábado,13, comitiva internacional de empresários que reuniu representantes do Canadá, China, Líbano, Arábia Saudita e Marrocos. A comitiva chegou aos Pais para participar da rodada de negócios Brazil Let’s Bee que ocorreu em São Paulo paralelo a feira Bio Brazil Fair/ Biofach America Latina 2015.

Com o grande interesse em ampliar e explorar o mercado do exterior- através da ABEMEL(associação brasileira dos exportadores de Mel) e com o apoio da APEX –Brasil ( Agencia Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – a empresaria Joelma Lambertucci de Brito teve a oportunidade de convida-los para conhecer as instalações da empresa que se situa em Rio Claro, que é conhecido nacional e internacionalmente como berço da apicultura brasileira, e o modo de trabalho que a Lambertucci tem desempenhado na exportação.

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“O produto brasileiro tem qualidade e preços compatíveis com o que buscamos. Minha expectativa é importar entre 5 e 6 contêineres agora e aumentar esse numero depois”, afirmou Sayed Shah, gerente de compras do grupo de alimentação saudita Sunbulah. A empresa está presente em 34 países da região, incluindo a Arábia Saudita.


Veja a repercussão na mídia

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1506-2015

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O mel é uma substância bastante utilizada em receitas naturais quando o assunto é saúde. Não é para menos, ele possui diversas propriedades que fazem bem ao organismo.

Além de ser nutritivo e uma fonte de energia, ele também ajuda a tratar doenças respiratórias e reforça o sistema imunológico.

Mas as propriedades benéficas do mel não param por aí. Ele pode ter efeitos ainda mais poderosos se você ingeri-lo com água.

Vários estudos apontam que o consumo da mistura com o estômago vazio pode ter muitas vantagens. Duvida? Então confira algumas delas:

Ajuda a perder peso

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Como o mel é um alimento que promove uma sensação de saciedade, ele aliado a água pode ser uma alternativa ao controle de peso.

Além de causar sensação de saciedade, a mistura também controla o mecanismo do cérebro que provoca o desejo de ingerir açúcar.

Combate a artrite

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Pode parecer inacreditável, mas um estudo realizado pela Universidade de Copenhagen demonstrou que os pacientes que consumiram água com mel sentiram um alívio de suas dores em questão de minutos.

Por isso, se recomenda o consumo de água com mel para prevenir e combater as dores provocadas pela artrite.

Ajuda a reduzir os níveis de colesterol

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Outro estudo realizado pela mesma universidade apontou que os pacientes com colesterol alto podem diminuir seus níveis em até 10% após duas horas de ingerir água com mel.

Por causa disso, o mel diluído em água poderia ajudar a resolver problemas de circulação e doenças cardiovasculares.

Fortalece o sistema imunológico

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Não é à toa que o consumo de mel é indicado para pessoas com gripes ou resfriados. O mel é um alimento com propriedades antibióticas e antibacterianas, que ajudam a manter longe os vírus e bactérias causadores de infecções.

A água com mel em jejum é uma excelente alternativa para aumentar as defesas e prevenir uma grande quantidade de doenças.

Reduz a fadiga

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O consumo de água com mel pode ajudar a combater a fadiga, já que o mel é capaz de revitalizar o corpo e manter quem o consome mais ativo.

Aumenta as energias

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A água com mel também pode ter efeitos energizantes, capazes de melhorar o condicionamento físico. Sendo assim, uma boa opção é consumir água com mel com o estômago vazio.

Já que a mistura acaba sendo uma fonte de energia natural, que também inclui outros nutrientes importantes para o organismo.

Aprenda a preparar

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Não há segredo! Para preparar a mistura basta diluir uma colher de mel orgânico em um copo de água morna e bebê-lo em jejum.

Para maximizar os efeitos, especialistas recomendam que a solução seja consumida todas as manhãs com o estômago vazio.

Fonte: Fatos Desconhecidos

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1006-2015

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O Apiários Lambertucci participa a partir de hoje da Brazil Let’s Bee Round Business Meeting que acontecerá paralelo a feira Bio Brazil Fair/ Biofach America Latina 2015.

A Rodada de Negócios, que será realizada entre 10 a 13 de junho de 2015 na Bienal Ibirapuera tem como maior objetivo ampliar e consolidar mercados para produtos apícolas nacionais. Dessa forma a Lambertucci ganha mais uma oportunidade, desta vez em casa, de apresentar qualidade dos seus produtos para o mercado internacional firmando o seu profissionalismo com as certificações que foram adquiridas ao longo da caminhada de um pouco mais de 32 anos.

As atividades do evento estão divididas em duas etapas, primeiramente ocorre a rodada de negócios no stand Brazil Let´s Bee. E em seguida está agendado as visitas técnicas, nas instalações da Lambertucci, dos empresários do oriente Médio, EUA, CHINA e Canadá para que eles possam conhecer de perto a estrutura produtiva da mesma.

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806-2015

Mais de 40% das abelhas americanas desapareceram, segundo estudo. O problema ultrapassa preocupações conservacionistas, já que os insetos geram 15 bilhões de dólares por ano para a agricultura do país

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As abelhas começaram a sumir nos Estados Unidos. E isso preocupou a Casa Branca. Um estudo divulgado pelo consórcio Bee Informed Partnership, financiado pelo governo e por universidades americanas, destacou que apenas no ano passado 42% das colônias americanas desse inseto desapareceram. Por que isso dá dor de cabeça até no presidente Barack Obama? As abelhas são as principais polinizadoras do hemisfério norte, associadas ao florescimento da flora e à maior parte do cultivo agrícola. Só nos Estados Unidos, um mercado de 15 bilhões de dólares depende diretamente desse trabalho de polinização. Com menos abelhas, menor é a produção. A gravidade do problema econômico fez a Casa Branca montar uma força-tarefa de cientistas para resolver o assunto. Na última terça-feira (19) começaram a aparecer os primeiros resultados.

Para poupar os insetos, as estratégias governamentais são aumentar o tamanho dos habitats polinizadores, encorajar o treinamento de cientistas especializados em abelhas e estabelecer bancos de sementes de plantas atrativas para o inseto. “Buscamos engajar todos os segmentos da nossa sociedade para que, trabalhando juntos, possamos dar passos significativos e importantes para reverter o declínio dos polinizadores”, disse o Secretário da Agricultura dos Estados Unidos, Tom Vilsack, em carta oficial.

O sumiço das abelhas começou a ser notado por apicultores americanos há dez anos. Como de costume, os insetos saíam das colônias à procura de pólen e, de tabela, polinizavam plantações de frutas, legumes e grãos. O problema é que elas começaram a não voltar mais, deixando para trás apenas a rainha com poucas operárias remanescentes. Fenômeno que ganhou o nome de colony colapse disorder (em inglês, síndrome do colapso da colônia, ou CCD). Pesquisadores então indicaram que essas abelhas morriam antes de conseguir retornar. É um enorme problema que ultrapassa as preocupações conservacionistas. Sem as abelhas, não há plantações. Sem essas, diminui a produção local de comida, e a economia sofre.

O novo levantamento confirma que a crise não só continua, como piora. A taxa de desaparecimento de 42% é maior que a de 2013 e 2012 somados, quando se registrou uma baixa de 34,2%. A taxa atual é quatro vezes acima do que a baixa considerada “normal” pelos apicultores. Nos estados de Oklahoma, Illinois, Iowa e Pensilvânia, o dano foi ainda maior: bateu os 60%.

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O inseto, que muitas vezes é lembrado apenas pelas picadas dolorosas, é essencial para a agricultura. Dois terços de todos os alimentos ingeridos no planeta dependem das abelhas. Estima-se que elas rendam 15 bilhões de dólares por ano apenas à economia americana, graças a sua ajuda à agricultura. Como existem 2,5 milhões de colônias de abelhas em cativeiro no país (e são essas as que são usadas na agricultura), o valor estimado de cada uma delas, em uma conta simples, seria de 6 000 dólares. Para piorar, diferentemente do Brasil, que têm ao menos 3 000 espécies de abelhas selvagens, nos Estados Unidos há só a Apis melífera, inseto de origem europeia que está sendo afetado por essa crise. Como só tem um tipo, qualquer ameaça é urgente.

É preciso ressaltar que é natural que as abelhas se afastem por até três quilômetros de suas colônias em busca de alimentos, mas a baixa de insetos considerada “normal” é de 10%, quantidade muito menor do que a que vem sendo perdida e facilmente reposta pela reprodução dos animais. Aliás, o que chocou os pesquisadores não foi somente a quantidade de abelhas desaparecidas, mas sim o fato de que, pela primeira vez na história, a baixa foi maior durante o verão, época (em teoria) mais favorável a elas do que o inverno.

Em países de clima temperado, as colmeias ficam cobertas por neve durante a estação, e cerca de 20% das abelhas naturalmente não resiste ao frio. “Nós esperávamos que as colônias morressem durante o inverno, porque é uma estação estressante. É amedrontador notar as perdas no verão, que deveria ser como um paraíso para as abelhas”, disse Dennis van Engelsdorp, professor da Universidade de Maryland e um dos autores do estudo. Ou seja, se no verão está ruim, imagina no inverno.

Para piorar, apesar de o fenômeno não ser novidade, pesquisadores ainda não conseguiram identificar qual é a causa do sumiço. Os autores do estudo indicaram que os motivos prováveis são uma combinação de ácaros, má alimentação e pesticidas, mas existem outras hipóteses, como o aumento de predadores e os efeitos negativos das mudanças climáticas. A teoria mais aceita é aquela que aponta para os pesticidas, já que muitos desses produtos contêm uma substância chamada neonicotinóide, que age diretamente no cérebro do inseto, fazendo com que ele esqueça de onde veio e, consequentemente, o caminho de volta para a colmeia. “Temos indícios de que essa é a principal causa, mas existem muitos interesses econômicos e conservacionistas nesse debate, por isso não se bate o martelo”, disse o biólogo Lionel Segui Gonçalves, professor aposentado da USP e pesquisador da genética das abelhas com 50 anos de experiência.

Apesar de os Estados Unidos estarem na situação mais crítica, o fenômeno acomete quase toda a parte ocidental do hemisfério norte há um bom tempo. Estima-se que algumas regiões da Europa tenham perdido até 53% das colônias nos últimos anos. Os impactos foram sentidos no preço de produtos agrícolas. Na Espanha, o quilo de vegetais oleaginosos bateu os oito euros, valor mais alto desde 2005. As cerejas que eram cultivadas em território francês foram transferidas para a Austrália, onde ainda não se tem sinal de baixas de abelhas. Já nos Estados Unidos as amêndoas tiveram uma inflação de 43%.

Recentemente, países fora desse eixo começaram a também detectar indícios do fenômeno, como Japão, China e mesmo o Brasil. Por aqui, tanto as abelhas de ferrão, que produzem mel, quanto aquelas sem ferrão estão sendo prejudicadas. Para abordar o problema, a organização nacional Sem Abelha, Sem Alimento lançou há um ano o aplicativo Bee Alert, em que apicultores registram casos de desaparecimento. Até agora, foi registrada a perda de 12 000 colônias em 13 estados brasileiros, entre os quais São Paulo é o mais afetado. “É fácil de entender por que São Paulo lidera: no Estado, o uso de pesticidas é intenso”, definiu o biólogo Lionel Segui Gonçalves.

Mas o que aconteceria se as abelhas sumissem da Terra? O genial físico Albert Einstein, que gostava de palpitar sobre diversas áreas do conhecimento, dizia que “se as abelhas desaparecessem, o homem só sobreviveria por quatro anos”. A linha de raciocínio aqui é o fato de que sem abelhas não teríamos 70% dos alimentos que consumimos e também haveria uma redução na parcela verde do planeta, o que levaria a uma diminuição do oxigênio disponível. Não é preciso enxergar tão longe para saber que o extermínio acarretaria um desastre ambiental, com o colapso da agricultura e da flora global.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/casa-branca-faz-do-sumico-de-abelhas-uma-questao-de-estado.

 

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2505-2015

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O cultivo de cabelo humano em laboratório foi o experimento recente que trouxe mais esperança na luta contra a calvície.[Imagem: Claire Higgins/Christiano Lab/Columbia University Medical Center]

O cultivo de cabelo humano em laboratório foi o experimento recente que trouxe mais esperança na luta contra a calvície.[Imagem: Claire Higgins/Christiano Lab/Columbia University Medical Center]


Cera natural

Ainda não é a salvação contra a calvície, mas pesquisadores descobriram que a própolis ajuda a crescer pêlos em animais.

Já se sabia que a substância produzida pelas abelhas promove o crescimento de certas células envolvidas no crescimento dos cabelos, embora não houvesse ainda comprovação de que essas células de fato resultam no crescimento efetivo dos cabelos.

A própolis, uma espécie de resina que as abelhas usam para selar suas colmeias, tem largo uso medicinal, sobretudo porque contém compostos ativos que combatem fungos e invasões bacterianas que poderiam ameaçar as casas das abelhas.

Própolis contra calvície?

Shota Miyata e seus colegas da Universidade de Hokkaido (Japão) testaram a própolis em ratos que tiveram seus pêlos retirados por raspagem com lâmina ou extraídos com cera.

Os animais que receberam o tratamento cresceram os pêlos mais rapidamente do que aqueles que não receberam.

Os pesquisadores confirmaram que, após a aplicação local, o número de células específicas envolvidas no processo de crescimento dos pêlos aumentou.

Os experimentos foram feitos em animais normais, sem calvície. [Imagem: Shota Miyata et al. - 10.1021/jf503184s]

Os experimentos foram feitos em animais normais, sem calvície. [Imagem: Shota Miyata et al. - 10.1021/jf503184s]

Embora tenham testado o uso da própolis em animais normais, sem calvície, os cientistas argumentam que as condições de perda de cabelo muitas vezes resultam de inflamações anormais.

E a própolis, continuam eles, contém compostos anti-inflamatórios que poderiam ajudar a tratar condições que levam à calvície. Mas isto são apenas hipóteses, que a equipe pretende testar a seguir.

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=propolis-promove-crescimento-cabelos

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1505-2015

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A Lambertucci participou da feira SIAL CHINA 2015, a mais importante feira de alimentos e bebidas no mundo, realizada na cidade Xangai. Durante o evento, que ocorreu entre 6 e 8 de maio, a empresária teve encontros pré-agendados com compradores chineses, uma ótima oportunidade de ampliar mercado e fortalecer as exportações de mel e própolis. “Os chineses estão interessados em produtos naturais, livres de química e pesticidas e como o mel brasileiro atende a esses requisitos tem grande aceitação”, afirmou Joelma Lambertucci, diretora da Apiários Lambertucci.

Segundo ela, houve grande procura dos chineses pelos produtos apícolas brasileiros. “Estamos ampliando a carteira de clientes na Ásia. A qualidade do mel brasileiro vem atraindo cada vez mais o interesse e a curiosidade desse mercado pelos nossos produtos. Fiquei bastante surpresa com a boa receptividade dos chineses”, afirmou Joelma.

Agora, diz Joelma, o “dever de casa” das empresas brasileiras é planejar estratégias para inserir o extrato de própolis no mercado chinês, pois o produto precisa de um registro diferenciado.

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1405-2015

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Nossas abelhas vivem em um país de proporções continentais: seus 8,5 milhões km² ocupam quase a metade da América do Sul.

As diferenças climáticas brasileiras levam a grandes variações ecológicas,
evidentemente, estas variações se refletem em uma enorme riqueza da flora e da fauna brasileira: o Brasil abriga a maior biodiversidade do planeta, internacionalmente reconhecida por seu potencial de produção que é reflexo da riqueza natural da flora do país, que permite a produção apícola durante todo o ano.

As abelhas africanizadas, diferentes de outros países onde sua rusticidade e resistência à doenças comuns de outras abelhas, dispensam o uso de antibióticos e medicamentos para tratamento de suas colmeias. Adicionalmente, a diversidade da alta flora natural livre de contaminação pelo uso de agrotóxicos

A vitalidade das abelhas, mostra também resultados na produtividade. Seu raio de ação é maior, e a sua produção de mel, própolis e outros subprodutos é notavelmente maior, pois suas condições ambientais e climáticas são extremamente favoráveis para a produção de mel e os outros produtos derivados

O mel Lambertucci é hoje cobiçado pelos principais mercados internacionais, onde exporta a mais de 30 anos para países com padrões elevados de exigência como: Inglaterra, Alemanha, Suíça, Estados Unidos, Canadá, Austrália entre outros, por ser livre de defensivos e pelo excelente padrão de qualidade, isento de defensivos agrícolas e as floradas estão em mata nativa, totalmente orgânicas, algo praticamente único no mundo

A Lambertucci mantém inúmeras cerificações que atestam a qualidade de seus produtos, como: BPF (Boas Praticas de Fabricação, APPCC (Analises de Perigos e Pontos Criticos de Controle), PAS (Programa do Alimento Seguro), Kosher, Certificação Orgânica padrão EC e USDA, Registro junto ao MAPA (Ministerio da Agricultura do Brasil), Politica Ambiental, Responsabilidade Social e Ambiental, Código de Ética e Certificação junto ao banco de dados Internacional Sedex.

A Lambertucci trabalha com os méis tradicionais como floradas de silvestre, eucalipto e laranja e com méis exóticos diferenciados para um publico mais exigente, como as floradas de café, capixingui, cipó-uva, assapeixe entre outros que são colhidos de flores que produzem mel de excelente qualidade, trazendo aos paladares mais exigentes que buscam alimentos saudáveis e seguros com o verdadeiro sabor brasileiro.

VARIAÇÕES DE MÉIS LAMBERTUCCI

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605-2015

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Temos orgulho de informar que a Apiários Lambertucci irá participar da Sial China 2015 com o objetivo de expandir a exportação de nossos produtos genuinamente brasileiros no mercado Chinês.

A feira é uma das principais portas de entrada para o mercado chinês de alimentos, bebidas e hotelaria – além de um importante acesso a compradores de outros países do continente asiático. Com cerca de 9 mil m² e 10 Halls, a 15ª edição da SIAL China, reuniu, em 2014, 55 pavilhões internacionais, 2.385 expositores e 49 mil visitantes de 105 países e regiões.

Datas

  • 6/ maio das 9hs as 17hs
  • 7/maio das  9hs as 17hs
  • 8/maio das 9hs as 16hs

Local:
Shanghai New International Expo Centre Hall.
Endereço: N 2345 Long Yang Rd. 1# South Lobby

Stand Lambertucci: Pavilhão do Brasil W1B093.

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2404-2015

extrato da própolis usado para curar feridas

A própolis é uma substância produzida pelas abelhas e formada por ceras e resinas. No Nordeste, a própolis vermelha, variedade recentemente classificada, é encontrada principalmente nos estados da Bahia, Alagoas, Paraíba e Sergipe. Um grupo de pesquisadores da Universidade Tiradentes (Unit) está desenvolvendo membranas cicatrizantes incorporando o extrato da própolis vermelha, a qual possui atividades anti-inflamatória e antimicrobiana, facilitando o processo de reparo do tecido lesado.

O projeto de pesquisa da doutora em Ciências Farmacêuticas, Juliana Cordeiro Cardoso, concorreu ao edital do Programa de Apoio a Núcleos Emergentes (Pronem) para captação de recursos. O Pronem é desenvolvido pela Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (Fapitec/SE), em parceria com o CNPq.

Juliana afirma que o Pronem tem sido um programa de grande importância para o crescimento dos pesquisadores em Sergipe, por permitir o intercâmbio de conhecimento entre várias instituições. “O Pronem ajudou não só na parte técnica como no desenvolvimento de parcerias. Este ano houve a concessão de bolsa produtividade devido ao aumento significativo no número e na qualidade dos artigos publicados. O programa consolidou uma parceria forte com grupos da USP que trabalham com própolis vermelha e que possuem vasta experiência no assunto. Desta forma, o Pronem foi muito importante no desenvolvimento da pesquisa local”.

A pesquisadora Juliana Cordeiro explica que trabalha desde 2006 com própolis vermelha em vários projetos de pesquisa. Atualmente, a pesquisa que está sendo desenvolvida com os recursos do Pronem tem estudado produtos à base de colágeno utilizando como princípio ativo a própolis vermelha. O objetivo final é desenvolver curativos para cicatrização de queimaduras e escaras.

Segundo a pesquisadora Juliana Cordeiro, o colágeno é uma proteína da pele que o organismo produz e tem o papel fundamental para unir e fortalecer os tecidos. Para desenvolvimento do estudo, os pesquisadores estão utilizando o colágeno bovino como explica a pesquisadora Juliana.

“O colágeno bovino é extraído a partir de subprodutos sem interesse comercial (tendão bovino retirado em açougues e casas de carne). Nós extraímos e purificamos essa proteína e transformamos em um produto farmacêutico. Após o processamento, o colágeno apresenta pobre força mecânica. Neste projeto, as moléculas de colágeno são modificadas quimicamente usando diferentes açúcares e extrato de jenipapo mantendo a característica de biocompatibilidade. A partir do colágeno modificado vamos produzir filmes poliméricos utilizados como membranas para cicatrização tendo como principio ativo a própolis vermelha”, detalha Juliana.

De acordo com a pesquisadora, será desenvolvida uma membrana com colágeno e o extrato da própolis. “Desenvolvo a membrana onde incorporamos o extrato da própolis vermelha e usamos depois no ensaio de cicatrização. Este material é caracterizado para fins de controle de qualidade e produção em maior escala”.

Benefícios para a população

A pesquisa ainda está em fase inicial com os experimentos em ratos. A meta é desenvolver um produto que chegue até a população com o desenvolvimento de curativos para queimaduras e feridas de pacientes que ficam muito tempo acamados. Juliana conta que outro desafio será fazer com que o produto chegue ao mercado e para isso é necessário investidores.

“A gente já patenteou alguns dos produtos, mas precisamos de investidores. A busca do mercado consumidor deve ser realizada por pessoas qualificadas para isso. Precisa ser um empresário que queira investir. A cadeia produtiva deve utilizar a pesquisa como ferramenta propulsora de mercado. Sergipe tem uma riqueza que precisa ser trabalhada e a cadeia se inicia no agronegócio ”.

A pesquisadora também destacou que Sergipe possui uma grande riqueza, a própolis vermelha, que apresenta ainda produção tímida na região de Brejo Grande. Para a pesquisadora, é importante a utilização desse produto para gerar renda para as comunidades e contribuir para o desenvolvimento de produtos a base de própolis vermelha.

“A apicultura pode gerar riquezas para o Estado e para famílias envolvidas nesta atividade. Se a produção de própolis vermelha for consolidada, a população ganha e fica possível investir em tecnologias com este produto. Tive que comprar a própolis porque não a sergipana não foi produzida ano passado. Seria muito legal para a população utilizar a própolis como renda. É um produto nobre, com maior valor agregado quando incorporado em produtos de maior potencial de marcado. Isso pode gerar renda e tributos para o nosso Estado”, pontuou Juliana.

Fonte: Aqui Acontece 

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