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806-2015

Mais de 40% das abelhas americanas desapareceram, segundo estudo. O problema ultrapassa preocupações conservacionistas, já que os insetos geram 15 bilhões de dólares por ano para a agricultura do país

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As abelhas começaram a sumir nos Estados Unidos. E isso preocupou a Casa Branca. Um estudo divulgado pelo consórcio Bee Informed Partnership, financiado pelo governo e por universidades americanas, destacou que apenas no ano passado 42% das colônias americanas desse inseto desapareceram. Por que isso dá dor de cabeça até no presidente Barack Obama? As abelhas são as principais polinizadoras do hemisfério norte, associadas ao florescimento da flora e à maior parte do cultivo agrícola. Só nos Estados Unidos, um mercado de 15 bilhões de dólares depende diretamente desse trabalho de polinização. Com menos abelhas, menor é a produção. A gravidade do problema econômico fez a Casa Branca montar uma força-tarefa de cientistas para resolver o assunto. Na última terça-feira (19) começaram a aparecer os primeiros resultados.

Para poupar os insetos, as estratégias governamentais são aumentar o tamanho dos habitats polinizadores, encorajar o treinamento de cientistas especializados em abelhas e estabelecer bancos de sementes de plantas atrativas para o inseto. “Buscamos engajar todos os segmentos da nossa sociedade para que, trabalhando juntos, possamos dar passos significativos e importantes para reverter o declínio dos polinizadores”, disse o Secretário da Agricultura dos Estados Unidos, Tom Vilsack, em carta oficial.

O sumiço das abelhas começou a ser notado por apicultores americanos há dez anos. Como de costume, os insetos saíam das colônias à procura de pólen e, de tabela, polinizavam plantações de frutas, legumes e grãos. O problema é que elas começaram a não voltar mais, deixando para trás apenas a rainha com poucas operárias remanescentes. Fenômeno que ganhou o nome de colony colapse disorder (em inglês, síndrome do colapso da colônia, ou CCD). Pesquisadores então indicaram que essas abelhas morriam antes de conseguir retornar. É um enorme problema que ultrapassa as preocupações conservacionistas. Sem as abelhas, não há plantações. Sem essas, diminui a produção local de comida, e a economia sofre.

O novo levantamento confirma que a crise não só continua, como piora. A taxa de desaparecimento de 42% é maior que a de 2013 e 2012 somados, quando se registrou uma baixa de 34,2%. A taxa atual é quatro vezes acima do que a baixa considerada “normal” pelos apicultores. Nos estados de Oklahoma, Illinois, Iowa e Pensilvânia, o dano foi ainda maior: bateu os 60%.

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O inseto, que muitas vezes é lembrado apenas pelas picadas dolorosas, é essencial para a agricultura. Dois terços de todos os alimentos ingeridos no planeta dependem das abelhas. Estima-se que elas rendam 15 bilhões de dólares por ano apenas à economia americana, graças a sua ajuda à agricultura. Como existem 2,5 milhões de colônias de abelhas em cativeiro no país (e são essas as que são usadas na agricultura), o valor estimado de cada uma delas, em uma conta simples, seria de 6 000 dólares. Para piorar, diferentemente do Brasil, que têm ao menos 3 000 espécies de abelhas selvagens, nos Estados Unidos há só a Apis melífera, inseto de origem europeia que está sendo afetado por essa crise. Como só tem um tipo, qualquer ameaça é urgente.

É preciso ressaltar que é natural que as abelhas se afastem por até três quilômetros de suas colônias em busca de alimentos, mas a baixa de insetos considerada “normal” é de 10%, quantidade muito menor do que a que vem sendo perdida e facilmente reposta pela reprodução dos animais. Aliás, o que chocou os pesquisadores não foi somente a quantidade de abelhas desaparecidas, mas sim o fato de que, pela primeira vez na história, a baixa foi maior durante o verão, época (em teoria) mais favorável a elas do que o inverno.

Em países de clima temperado, as colmeias ficam cobertas por neve durante a estação, e cerca de 20% das abelhas naturalmente não resiste ao frio. “Nós esperávamos que as colônias morressem durante o inverno, porque é uma estação estressante. É amedrontador notar as perdas no verão, que deveria ser como um paraíso para as abelhas”, disse Dennis van Engelsdorp, professor da Universidade de Maryland e um dos autores do estudo. Ou seja, se no verão está ruim, imagina no inverno.

Para piorar, apesar de o fenômeno não ser novidade, pesquisadores ainda não conseguiram identificar qual é a causa do sumiço. Os autores do estudo indicaram que os motivos prováveis são uma combinação de ácaros, má alimentação e pesticidas, mas existem outras hipóteses, como o aumento de predadores e os efeitos negativos das mudanças climáticas. A teoria mais aceita é aquela que aponta para os pesticidas, já que muitos desses produtos contêm uma substância chamada neonicotinóide, que age diretamente no cérebro do inseto, fazendo com que ele esqueça de onde veio e, consequentemente, o caminho de volta para a colmeia. “Temos indícios de que essa é a principal causa, mas existem muitos interesses econômicos e conservacionistas nesse debate, por isso não se bate o martelo”, disse o biólogo Lionel Segui Gonçalves, professor aposentado da USP e pesquisador da genética das abelhas com 50 anos de experiência.

Apesar de os Estados Unidos estarem na situação mais crítica, o fenômeno acomete quase toda a parte ocidental do hemisfério norte há um bom tempo. Estima-se que algumas regiões da Europa tenham perdido até 53% das colônias nos últimos anos. Os impactos foram sentidos no preço de produtos agrícolas. Na Espanha, o quilo de vegetais oleaginosos bateu os oito euros, valor mais alto desde 2005. As cerejas que eram cultivadas em território francês foram transferidas para a Austrália, onde ainda não se tem sinal de baixas de abelhas. Já nos Estados Unidos as amêndoas tiveram uma inflação de 43%.

Recentemente, países fora desse eixo começaram a também detectar indícios do fenômeno, como Japão, China e mesmo o Brasil. Por aqui, tanto as abelhas de ferrão, que produzem mel, quanto aquelas sem ferrão estão sendo prejudicadas. Para abordar o problema, a organização nacional Sem Abelha, Sem Alimento lançou há um ano o aplicativo Bee Alert, em que apicultores registram casos de desaparecimento. Até agora, foi registrada a perda de 12 000 colônias em 13 estados brasileiros, entre os quais São Paulo é o mais afetado. “É fácil de entender por que São Paulo lidera: no Estado, o uso de pesticidas é intenso”, definiu o biólogo Lionel Segui Gonçalves.

Mas o que aconteceria se as abelhas sumissem da Terra? O genial físico Albert Einstein, que gostava de palpitar sobre diversas áreas do conhecimento, dizia que “se as abelhas desaparecessem, o homem só sobreviveria por quatro anos”. A linha de raciocínio aqui é o fato de que sem abelhas não teríamos 70% dos alimentos que consumimos e também haveria uma redução na parcela verde do planeta, o que levaria a uma diminuição do oxigênio disponível. Não é preciso enxergar tão longe para saber que o extermínio acarretaria um desastre ambiental, com o colapso da agricultura e da flora global.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/casa-branca-faz-do-sumico-de-abelhas-uma-questao-de-estado.

 

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2505-2015

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O cultivo de cabelo humano em laboratório foi o experimento recente que trouxe mais esperança na luta contra a calvície.[Imagem: Claire Higgins/Christiano Lab/Columbia University Medical Center]

O cultivo de cabelo humano em laboratório foi o experimento recente que trouxe mais esperança na luta contra a calvície.[Imagem: Claire Higgins/Christiano Lab/Columbia University Medical Center]


Cera natural

Ainda não é a salvação contra a calvície, mas pesquisadores descobriram que a própolis ajuda a crescer pêlos em animais.

Já se sabia que a substância produzida pelas abelhas promove o crescimento de certas células envolvidas no crescimento dos cabelos, embora não houvesse ainda comprovação de que essas células de fato resultam no crescimento efetivo dos cabelos.

A própolis, uma espécie de resina que as abelhas usam para selar suas colmeias, tem largo uso medicinal, sobretudo porque contém compostos ativos que combatem fungos e invasões bacterianas que poderiam ameaçar as casas das abelhas.

Própolis contra calvície?

Shota Miyata e seus colegas da Universidade de Hokkaido (Japão) testaram a própolis em ratos que tiveram seus pêlos retirados por raspagem com lâmina ou extraídos com cera.

Os animais que receberam o tratamento cresceram os pêlos mais rapidamente do que aqueles que não receberam.

Os pesquisadores confirmaram que, após a aplicação local, o número de células específicas envolvidas no processo de crescimento dos pêlos aumentou.

Os experimentos foram feitos em animais normais, sem calvície. [Imagem: Shota Miyata et al. - 10.1021/jf503184s]

Os experimentos foram feitos em animais normais, sem calvície. [Imagem: Shota Miyata et al. - 10.1021/jf503184s]

Embora tenham testado o uso da própolis em animais normais, sem calvície, os cientistas argumentam que as condições de perda de cabelo muitas vezes resultam de inflamações anormais.

E a própolis, continuam eles, contém compostos anti-inflamatórios que poderiam ajudar a tratar condições que levam à calvície. Mas isto são apenas hipóteses, que a equipe pretende testar a seguir.

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=propolis-promove-crescimento-cabelos

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1505-2015

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A Lambertucci participou da feira SIAL CHINA 2015, a mais importante feira de alimentos e bebidas no mundo, realizada na cidade Xangai. Durante o evento, que ocorreu entre 6 e 8 de maio, a empresária teve encontros pré-agendados com compradores chineses, uma ótima oportunidade de ampliar mercado e fortalecer as exportações de mel e própolis. “Os chineses estão interessados em produtos naturais, livres de química e pesticidas e como o mel brasileiro atende a esses requisitos tem grande aceitação”, afirmou Joelma Lambertucci, diretora da Apiários Lambertucci.

Segundo ela, houve grande procura dos chineses pelos produtos apícolas brasileiros. “Estamos ampliando a carteira de clientes na Ásia. A qualidade do mel brasileiro vem atraindo cada vez mais o interesse e a curiosidade desse mercado pelos nossos produtos. Fiquei bastante surpresa com a boa receptividade dos chineses”, afirmou Joelma.

Agora, diz Joelma, o “dever de casa” das empresas brasileiras é planejar estratégias para inserir o extrato de própolis no mercado chinês, pois o produto precisa de um registro diferenciado.

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1405-2015

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Nossas abelhas vivem em um país de proporções continentais: seus 8,5 milhões km² ocupam quase a metade da América do Sul.

As diferenças climáticas brasileiras levam a grandes variações ecológicas,
evidentemente, estas variações se refletem em uma enorme riqueza da flora e da fauna brasileira: o Brasil abriga a maior biodiversidade do planeta, internacionalmente reconhecida por seu potencial de produção que é reflexo da riqueza natural da flora do país, que permite a produção apícola durante todo o ano.

As abelhas africanizadas, diferentes de outros países onde sua rusticidade e resistência à doenças comuns de outras abelhas, dispensam o uso de antibióticos e medicamentos para tratamento de suas colmeias. Adicionalmente, a diversidade da alta flora natural livre de contaminação pelo uso de agrotóxicos

A vitalidade das abelhas, mostra também resultados na produtividade. Seu raio de ação é maior, e a sua produção de mel, própolis e outros subprodutos é notavelmente maior, pois suas condições ambientais e climáticas são extremamente favoráveis para a produção de mel e os outros produtos derivados

O mel Lambertucci é hoje cobiçado pelos principais mercados internacionais, onde exporta a mais de 30 anos para países com padrões elevados de exigência como: Inglaterra, Alemanha, Suíça, Estados Unidos, Canadá, Austrália entre outros, por ser livre de defensivos e pelo excelente padrão de qualidade, isento de defensivos agrícolas e as floradas estão em mata nativa, totalmente orgânicas, algo praticamente único no mundo

A Lambertucci mantém inúmeras cerificações que atestam a qualidade de seus produtos, como: BPF (Boas Praticas de Fabricação, APPCC (Analises de Perigos e Pontos Criticos de Controle), PAS (Programa do Alimento Seguro), Kosher, Certificação Orgânica padrão EC e USDA, Registro junto ao MAPA (Ministerio da Agricultura do Brasil), Politica Ambiental, Responsabilidade Social e Ambiental, Código de Ética e Certificação junto ao banco de dados Internacional Sedex.

A Lambertucci trabalha com os méis tradicionais como floradas de silvestre, eucalipto e laranja e com méis exóticos diferenciados para um publico mais exigente, como as floradas de café, capixingui, cipó-uva, assapeixe entre outros que são colhidos de flores que produzem mel de excelente qualidade, trazendo aos paladares mais exigentes que buscam alimentos saudáveis e seguros com o verdadeiro sabor brasileiro.

VARIAÇÕES DE MÉIS LAMBERTUCCI

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605-2015

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Temos orgulho de informar que a Apiários Lambertucci irá participar da Sial China 2015 com o objetivo de expandir a exportação de nossos produtos genuinamente brasileiros no mercado Chinês.

A feira é uma das principais portas de entrada para o mercado chinês de alimentos, bebidas e hotelaria – além de um importante acesso a compradores de outros países do continente asiático. Com cerca de 9 mil m² e 10 Halls, a 15ª edição da SIAL China, reuniu, em 2014, 55 pavilhões internacionais, 2.385 expositores e 49 mil visitantes de 105 países e regiões.

Datas

  • 6/ maio das 9hs as 17hs
  • 7/maio das  9hs as 17hs
  • 8/maio das 9hs as 16hs

Local:
Shanghai New International Expo Centre Hall.
Endereço: N 2345 Long Yang Rd. 1# South Lobby

Stand Lambertucci: Pavilhão do Brasil W1B093.

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2404-2015

extrato da própolis usado para curar feridas

A própolis é uma substância produzida pelas abelhas e formada por ceras e resinas. No Nordeste, a própolis vermelha, variedade recentemente classificada, é encontrada principalmente nos estados da Bahia, Alagoas, Paraíba e Sergipe. Um grupo de pesquisadores da Universidade Tiradentes (Unit) está desenvolvendo membranas cicatrizantes incorporando o extrato da própolis vermelha, a qual possui atividades anti-inflamatória e antimicrobiana, facilitando o processo de reparo do tecido lesado.

O projeto de pesquisa da doutora em Ciências Farmacêuticas, Juliana Cordeiro Cardoso, concorreu ao edital do Programa de Apoio a Núcleos Emergentes (Pronem) para captação de recursos. O Pronem é desenvolvido pela Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (Fapitec/SE), em parceria com o CNPq.

Juliana afirma que o Pronem tem sido um programa de grande importância para o crescimento dos pesquisadores em Sergipe, por permitir o intercâmbio de conhecimento entre várias instituições. “O Pronem ajudou não só na parte técnica como no desenvolvimento de parcerias. Este ano houve a concessão de bolsa produtividade devido ao aumento significativo no número e na qualidade dos artigos publicados. O programa consolidou uma parceria forte com grupos da USP que trabalham com própolis vermelha e que possuem vasta experiência no assunto. Desta forma, o Pronem foi muito importante no desenvolvimento da pesquisa local”.

A pesquisadora Juliana Cordeiro explica que trabalha desde 2006 com própolis vermelha em vários projetos de pesquisa. Atualmente, a pesquisa que está sendo desenvolvida com os recursos do Pronem tem estudado produtos à base de colágeno utilizando como princípio ativo a própolis vermelha. O objetivo final é desenvolver curativos para cicatrização de queimaduras e escaras.

Segundo a pesquisadora Juliana Cordeiro, o colágeno é uma proteína da pele que o organismo produz e tem o papel fundamental para unir e fortalecer os tecidos. Para desenvolvimento do estudo, os pesquisadores estão utilizando o colágeno bovino como explica a pesquisadora Juliana.

“O colágeno bovino é extraído a partir de subprodutos sem interesse comercial (tendão bovino retirado em açougues e casas de carne). Nós extraímos e purificamos essa proteína e transformamos em um produto farmacêutico. Após o processamento, o colágeno apresenta pobre força mecânica. Neste projeto, as moléculas de colágeno são modificadas quimicamente usando diferentes açúcares e extrato de jenipapo mantendo a característica de biocompatibilidade. A partir do colágeno modificado vamos produzir filmes poliméricos utilizados como membranas para cicatrização tendo como principio ativo a própolis vermelha”, detalha Juliana.

De acordo com a pesquisadora, será desenvolvida uma membrana com colágeno e o extrato da própolis. “Desenvolvo a membrana onde incorporamos o extrato da própolis vermelha e usamos depois no ensaio de cicatrização. Este material é caracterizado para fins de controle de qualidade e produção em maior escala”.

Benefícios para a população

A pesquisa ainda está em fase inicial com os experimentos em ratos. A meta é desenvolver um produto que chegue até a população com o desenvolvimento de curativos para queimaduras e feridas de pacientes que ficam muito tempo acamados. Juliana conta que outro desafio será fazer com que o produto chegue ao mercado e para isso é necessário investidores.

“A gente já patenteou alguns dos produtos, mas precisamos de investidores. A busca do mercado consumidor deve ser realizada por pessoas qualificadas para isso. Precisa ser um empresário que queira investir. A cadeia produtiva deve utilizar a pesquisa como ferramenta propulsora de mercado. Sergipe tem uma riqueza que precisa ser trabalhada e a cadeia se inicia no agronegócio ”.

A pesquisadora também destacou que Sergipe possui uma grande riqueza, a própolis vermelha, que apresenta ainda produção tímida na região de Brejo Grande. Para a pesquisadora, é importante a utilização desse produto para gerar renda para as comunidades e contribuir para o desenvolvimento de produtos a base de própolis vermelha.

“A apicultura pode gerar riquezas para o Estado e para famílias envolvidas nesta atividade. Se a produção de própolis vermelha for consolidada, a população ganha e fica possível investir em tecnologias com este produto. Tive que comprar a própolis porque não a sergipana não foi produzida ano passado. Seria muito legal para a população utilizar a própolis como renda. É um produto nobre, com maior valor agregado quando incorporado em produtos de maior potencial de marcado. Isso pode gerar renda e tributos para o nosso Estado”, pontuou Juliana.

Fonte: Aqui Acontece 

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2004-2015

Flavonoides e aminoácidos são os principais responsáveis por sua ação benéfica a saúde

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O ditado popular já dizia: a própolis é um santo remédio. Mas será que o remedinho receitado pela vovó funciona de fato? Produzida pelas abelhas, ela resulta da mistura de substâncias colhidas do pólen e das árvores com as secreções da própria abelha.

A combinação dá origem ao produto, que é rico em aminoácidos, vitaminas e bioflavonoides, tornando a própolis um poderoso antioxidante com ação antibiótica. “Seu uso tem indicações específicas que devem ser respeitadas”, explica o zootecnista Sílvio Lengler, professor de apicultura da UFSM (Universidade de Santa Maria, RS).

Composição química da própolis

  • Resinas e bálsamos aromáticos: 50%
  • Ceras: 25 a 35%
  • Óleos essenciais: 10%
  • Grãos de Pólen: 5%
  • Minerais: alumínio, cálcio, estrôncio, ferro, magnésio, silício, titânio, bromo e zinco.
  • Vitaminas: pró-vitaminas A e todas do complexo B.
  • Flavonoides: Ésteres cafeinados.

Benefícios para a saúde

Ação antibacteriana: a própolis é popularmente conhecida como sendo um antibiótico natural. A grande vantagem de seu uso em relação aos antibióticos comuns é que ela destrói as bactérias nocivas, preservando as benéficas, como é o caso das bactérias da flora intestinal.

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Alguns estudos apontam que as bactérias não criam resistência à própolis, como acontece com os antibióticos sintéticos, impedindo que estas se tornem mais nocivas, perigosas e resistentes.

Antiviral: é uma poderosa aliada no combate dos vírus do herpes e da gripe. Também previne o aparecimento de constipações, pneumonias, resfriados e doenças do aparelho respiratório.

“A Universidade Federal de Santa Catarina realizou recentemente um etudo confirmando a ação broncodilatadora e analgésica da própolis”, explica o epecialista.

“Conclui-se que a própolis pode ser usada tanto na prevenção como no tratamento da gripe, asmas, bronquites e resfriados. Seu uso já é consagrado no tratamento de sinusites, amidalites e renites”, continua.

Antifúngica: sua ação estende-se ainda a fungos, como a Candida albicans, responsável por infecções vaginais, bucais e no sistema digestivo. “A  própolis também tem ação antimicótica, atuando sobre alguns fungos e leveduras, principalmente micoses e coceiras no corpo, fungo de unha e dermatite seborreica. Nestes casos, utiliza-se xampus à base de própolis, pomadas e extrato de própolis”, explica o zootecnista.

Função imunoestimulante: estudos científicos também apontam o benéfico da própolis para o fortalecimento do sistema imunológico. O fato de estimular as células imunológicas torna a própolis um potente agente anti-infeccioso. “Ela estimula a produção de células produtoras de anticorpos e globulinas, importantes para pacientes com baixa resistência”, diz Sílvio.

Combate os radicais livres: além de possuir ação antioxidante, que bloqueiam a ação dos radicais livres sobre as células saudáveis, a própolis preserva a ação da vitamina C, um potente antioxidante antienvelhecimento.

Função cicatrizante e regeneradora dos tecidos: a presença de flavonoides e aminoácidos, considerados regeneradores dos tecidos, torna a própolis eficaz no tratamento de dermatites, feridas, úlceras e queimaduras. “Sabe-se que a maioria das úlceras gástricas são causadas pelo bacilo Heliobacter pilori, que é altamente sensível à própolis. Isso justifica o seu emprego no tratamento de infecções gástricas”, explica o apicurista.

Alívio de dores: sua função anestésica faz da própolis um excelente suplemento no combate de amidalites, dores de garganta, dor de dentes, entre outras.

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Indicações para utilização da própolis

- Em doenças inflamatórias superficiais, como estomatite, amidalite, gengivite, piorreia alveolar, hemorróidas. No caso de estomatite e inflamações da garganta, o extrato alcoólico traz melhores resultados, uma vez que cria uma película protetora no local onde foi passado;

- Também é indicada para evitar a fadiga, melhorar as ulcerações e inflamações e amenizar os sintomas do reumatismo, do diabetes e da hipertensão;

- Fortalecimento da ação imunológica pela ação de linfócitos, estimulação do organismo enfraquecido, redução dos efeitos colaterais de anti-cancerígenos e radioterapia;

- Prevenção e tratamento de pneumonia crônica e bronquite infantil;

- Tratamento de queimaduras graves e efeitos sobre doenças dermatológicas.

Contra-indicações

Mesmo com tantos benefícios a própolis deve ser usada com cautela: “devemos lembrar que a própolis não é um remédio milagroso para todos os males e, em função de suas propriedades, deve ser utilizada com cautela e só quando necessário”, explica.

Também há a dose correta para evitar intoxicações. “Mais de 60 gotas por dia da própolis é considerada uma dose elevada.”

Clique aqui para conhecer o Própolis Lambertucci.

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Fonte de referência: Minha vida

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204-2015

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O nome geléia é empregado porque esse alimento realmente é uma geléia, de aspecto meio mole, já o termo Real, origina-se de realeza, ou seja, algo nobre, isso porque essa é a fonte alimentar da abelha rainha.

A geléia Real é tão poderosa que pode ser considerada a responsável pelo alto grau de fecundidade da abelha rainha, tornando-a uma reprodutora imbatível. Além do mais, esse alimento possui substâncias tão potentes e únicas que prolongam muito a sua vida. Enquanto uma abelha operária (aquela que pega no batente todo dia coletando pólen, e fazendo outras tarefas) vive entre 30 e 40 dias, a abelha rainha pode viver algo entre 4 a 6 anos. Não é a toa que muitos tratam esse alimento como um verdadeiro “elixir” da juventude.

Outro aspecto interessante é que toda cria de abelha recebe a geléia Real como fonte alimentar durante três dias. Nesses poucos dias, aquela pequena cria pode aumentar o seu peso em até 250 vezes. Incrível, não!

Benefícios da geléia Real para as pessoas

Não é somente para as abelhas que esse alimento traz tantos benefícios. Segundo os cientistas, para nós a geléia Real torna-se um poderoso remédio natural, capaz de causar efeitos regenerativos no organismo. Seu uso é recomendado principalmente em casos de fadiga crônica, falta de apetite, em estados de esgotamento físico e mental. Ainda é dito ser um potente tônico geral, utilizado contra anemias e em casos de anorexia.

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2403-2015

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Quando começaram a escavar túmulos egípcios por volta da virada do século 19, arqueólogos descobriram algo inesperado: potes de mel cru de milhares de anos, perfeitamente preservado. Claramente, os egípcios consideravam o mel um alimento sagrado, e com razão, suas propriedades medicinais são lendários e parte da razão pela qual ele é capaz de permanecer intocada … literalmente para sempre. Como um alimento eterno, faz todo o sentido enterrá-lo com os faraós, que os egípcios acreditavam que precisam de alimento durante a sua jornada sem fim em toda a vida após a morte. E aqui reside também uma pista de por que o mel cru tem sido valorizada como uma substância de cura ao longo dos tempos. Mesmo Aristóteles, que reconheceu as abelhas como tendo qualidades divinas e escreveu sobre os benefícios medicinais do mel cru durante o seu tempo.

“Os egípcios consideravam mel cru um alimento sagrado, e com razão”

Após a coleta de néctar rico em açúcar a partir de flores, as abelhas misturam com uma enzima especial em seus estômagos chamada glicose oxidase. Esta quebra o néctar em dois compostos: ácido glucônico e peróxido de hidrogênio. Enquanto a maioria das pessoas nunca ouviu falar de ácido glucônico, peróxido de hidrogênio é um pouco mais familiar, conhecido carinhosamente como uma das substâncias mais poderosas do planeta para prevenir infecções e matar agentes patogênicos, como fungos, mofo e bactérias nocivas. Por isso, mel cru é um ótimo cicatrizante de feridas e tem sido usado por médicos a milhares de anos. Na verdade, muitos hospitais em todo o mundo agora usam ataduras infundidas com mel para ajudar a acelerar a cura de feridas.

Mas não é apenas o peróxido de hidrogênio, que dá ao mel tais propriedades notáveis. Mel também é rico em vitaminas e minerais, enzimas, aminoácidos, antioxidantes, pré e probióticos, e uma série de outros fitonutrientes e compostos medicinais, que variam de acordo com o tipo de abelha e de plantas que se colhe o néctar. Por exemplo, existem abelhas que colhem principalmente a partir da planta Manuka, crescendo descontroladamente em toda a Nova Zelândia, a produção de mel por elas é rico em metilglioxal, tornando mel Manuka mais poderosamente antibacteriano que outras variedades.

Mel é semelhante ao vinho, cada espécie de planta confere um sabor único ao produto final e produz um espectro incrível de cores e consistências.

Nos últimos anos, um número maciço de abelhas foram morrendo misteriosamente em números alarmantes. Intensas investigações determinaram que altos níveis de pesticidas e outros produtos químicos agrícolas são o principal culpado. Ao comprar o seu mel cru de apicultores que aderem a apenas os mais altos padrões de qualidade, você pode jogar exercer um papel direto em manter as populações de abelhas saudável e próspera apesar das ameaças que enfrentam. Além disso, você pode ajudar a preservar os ecossistemas que influência as abelhas, uma vez que a polinização cruzada é fundamental para a saúde de quase todos os biomas do planeta.

Os seguintes produtos de MEL atendem a todas as nossas credenciais rigorosas de qualidade, bom gosto, abastecimento ético, sustentabilidade e grandiosidade geral:

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Veja os produtos de altíssima qualidade que separamos pra você:
http://apiarioslambertucci.com.br/categoria_principal.aspx?id=1

Tradução adaptada do artigo:
http://www.consciouslifestylemag.com/health-benefits-of-raw-honey-a-sacred-food/

 

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1803-2015

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Como praticante de esportes, você deve saber o quando está caro consumir suplementos alimentares em nosso país. Quando se trata de Whey Protein, sabemos que os preços podem variar de acordo com a qualidade e origem da proteína. Um pote com 2,5 kg de uma marca mediana pode custar entre R$ 250,00 e R$ 450,00 por exemplo, para durar de 30 a 60 dias. Com isso em mente, com certeza você quer fazer seu investimento valer a pena e aproveitar ao máximo cada dose desse produto. Nesse artigo vamos lhe mostrar como fazer isso utilizando apenas Mel.

Entenda o que acontece

De maneira resumida, podemos dizer que praticantes de musculação ou outros esportes costumam utilizar Whey Protein para suplementação de proteínas após os treinos com finalidade de ganho de massa muscular e interromper ação do hormônio catabólico (cortisol) para que seu corpo não “se alimente” da própria massa muscular.

Se você veio a esse artigo, é provável que já faça uso de Whey Protein, portanto, não entraremos em detalhes sobre os benefícios desse suplemento.

Talvez você já tenho ouvido falar de algo chamado índice glicêmico (IG), um termo que já se tornou um conceito comum entre os entusiastas do fitness. O IG mede a rapidez com que um certo alimento eleva os níveis de glicose no sangue após uma refeição.

No que diz respeito a dietas, o IG é adotado preferencialmente como indicador do impacto de um alimento ou refeição. Alimentos de elevado IG julgam-se provocar um pulso secretório de insulina mais acentuado. E esse é o ponto que queremos chegar! No seu pós-treino é desejável um aumento de insulina no corpo antes do consumo de Whey Protein. Por que? Porque esse aumento de insulina vai garantir uma absorção melhor dos nutrientes ingeridos sem que haja risco de parte desses aminoácidos serem utilizados como fonte energética.

Imagine que você acabou de treinar durante 1 hora ou mais. Seu corpo está desesperadamente precisando de fontes de energia para se manter ativo, quando você ingere MEL (alimento com alto IG) a absorção do mesmo é feita de maneira rápida. Isso é bom porque diminui a necessidade de seu corpo de “queimar” algo para gerar energia, ou seja, o MEL vai preparar seu corpo para receber seu Whey Protein e usá-lo para o objetivo correto: gerar músculos e não gerar energia. Além disso, com o aumento de insulina, o corpo absorve de forma mais efetiva a proteína, aproveitando assim de melhor forma seu investimento em suplementos!

Qual a VANTAGEM de MEL ao invés de Dextrose ou Maltodextrina?

O mel comparado ao carboidrato “industrial” tem suas vantagens: contém alguns aminoácidos, vitaminas e minerais que ajudam a dar uma aditivada no metabolismo (vitamina C, vitaminas do complexo B, cálcio, cobre, zinco, ferro), e ainda contém palatinose, um tipo de açúcar (e que vem sendo muito estudada pela indústria de suplementos esportivos) que parece ainda melhorar a sensibilidade a insulina, podendo até ajudar na prevenção e tratamento da síndrome metabólica.

Além disso, o mel ajuda no processo digestivo, por conter enzimas, e melhora a imunidade. E de acordo com um estudo publicado em 2004, indivíduos que consumiam mel possuíam menor aumento de inflamação, comparado com a ingestão de outros tipos de açúcar, como a sacarose e a dextrose. Inflamação é natural ao organismo, mas quando é demais, leva à queda de performance e de imunidade. Por isso, o mel ajuda no controle de inflamação sistêmica do organismo. O mel possui um efeito laxativo leve em alguns indivíduos, e é fonte do aminoácido triptofano, com ação calmante, que induz a uma sensação de bem estar, melhorando a função da serotonina no cérebro.

Como fazer

Você pode consumir 1 colher de sobremesa de MEL imediatamente após o treino. Em seguida(alguns minutos depois) consumir seu Whey Protein na dose de costume.

A posologia dos componentes irá variar dependendo do peso¸ composição corporal e objetivo de cada indivíduo. O Whey entrará para começar a recuperação¸ dar início ao anabolismo e a síntese protéica.
Você pode utilizar outros suplementos no pós-treino: a creatina entrará para drenar toda água do tecido subcutâneo para dentro das células musculares¸ causando também a reposição dos estoques de ATP¸ os bcaa’s entrarão como anticatabólicos e a vitamina C para bloquear a ação do hormônio catabolítico cortisol. Cinqüenta minutos após essa suplementação recomenda-se a introdução de uma refeição sólida contendo carboidratos complexos e proteínas de lenta absorção com pouca ou quase nenhuma gordura.

Restrições

O artigo acima foi escrito levando em conta artigos e pesquisas realizadas em pessoas saudáveis com práticas regulares de exercícios físicos. Se você é diabético, tem algum distúrbio hormonal ou alergia a um dos componentes do artigo procure seu médico para mais informações antes de fazer qualquer mudança em sua rotina de dieta ou treinos. Foram levados em consideração artigos e pesquisas publicados no site de renomados fisiculturistas bem como profissionais da área de nutrição para a escrita deste artigo. O que não quer dizer especificamente que tudo se aplique ao seu caso. É importante consultar sempre um médico e profissionais de nutrição antes de fazer alterações em sua dieta.

Fontes de Consulta:

http://online.liebertpub.com/doi/abs/10.1089/109662004322984789

http://www.waldemarguimaraes.com.br/2009/07/14/artigo-88/

http://www.fitgirltalk.com.br/2013/12/whey-mel-no-pos-treino.html

http://www.fat-new-world.com/2011/05/o-indice-glicemico-e-secrecao-de.html

http://prisciladiciero.com.br/blog/afinal-o-que-o-mel-tem-de-bom

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