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2407-2015

Reportagem da EPTV fala sobre a redução nas exportações de mel e a visita internacional dos empresários na Apiários Lambertucci em Rio Claro/SP.

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1507-2015

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A própolis verde, usada no Japão como auxiliar no tratamento de pessoas com câncer, mudou a história da vassourinha-do-campo, uma planta nativa do cerrado mineiro. Antes tratada como invasora de pastagens, agora é planta de cultivo.
O Globo Rural mostrou o começo dessa história há 11 anos, quando os cientistas descobriram que a própolis verde, produzida a partir da vassourinha, tinha qualidades medicinais extraordinárias. Agora, o repórter Ivaci Matias voltou ao cerrado mineiro para mostrar como essa própolis está mudando a vida dos criadores de abelhas da região.
Uma colmeia bem formada pode abrigar mais de 60 mil abelhas. Durante o dia, elas entram e saem sem parar, trabalhando na coleta de néctar e pólen para fabricar seus alimentos, mas algumas operárias são destacadas para extrair resinas medicinais produzidas pelas plantas. Com a resina, elas fabricam a própolis, uma massa de cor escura, que serve para matar os fungos e bactérias da colmeia.
Quando capturam algum inseto invasor, as abelhas cobrem o cadáver com própolis para mumificá-lo e assim evitar o apodrecimento e a contaminação do ambiente delas.

Desde a antiguidade, o homem aprendeu a manipular esses recursos criados pelas abelhas. Nas múmias do Egito foram encontrados resíduos de própolis usados para conservar os cadáveres. Os sacerdotes da época produziam remédios a base de própolis para combater doenças provocadas por fungos e bactérias.

Já conhece o Extrato de Própolis da Lambertucci?

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A descoberta da própolis verde está ampliando os usos desse recurso criado pelas abelhas. Esse tipo de própolis é feito a partir da resina de uma planta nativa do cerrado brasileiro: a vassourinha-do-campo, cujo nome científico é bacárisbaccharis dracunculifolia. O arbusto também é conhecido pelo nome de alecrim-do-campo e era considerado um invasor de pastagem.
As abelhas mergulham de cabeça nos brotinhos novos da vassourinha para alcançar as glândulas internas da planta. Em uma imagem ampliada pelo microscópio é possível ver os vasos internos da planta onde ela deposita substâncias com atividades antimicrobianas muito potentes e que podem ajudar o homem na cura e prevenção de muitas doenças.
Os poderes medicinais da vassourinha-do-campo e da própolis verde estão sendo estudados em um laboratório da faculdade de Farmácia de Ribeirão Preto, da USP, em São Paulo. A equipe de pesquisadores é liderada pelo doutor Jairo Bastos.
No Brasil já existem alguns produtos feitos a base da própolis verde, um deles é um extrato encontrado nas lojas de produtos naturais. Ele contém uma parcela muito pequena de artepelim C e não é considerado medicamento, mas sim um suplemento alimentar. É usado, nas doses indicadas, para fortalecer o organismo durante gripes, resfriados, bronquites e outras doenças infecciosas, mas as pesquisas para produção de remédios a base de artepelim C puro, já estão avançadas. No Japão, que é o maior importador de própolis verde do Brasil, a substância pura já foi isolada e é usada no tratamento de vários tipos de câncer, mas o alto custo ainda é proibitivo: um grama de artepelim C puro custa o equivalente a R$ 50 mil.
O Brasil produz 100 toneladas de própolis verde por ano, 80% vem de Minas Gerais. O município de Bambuí, na região do Médio São Francisco, concentra o maior número de produtores.
Em toda essa região, a vassourinha-do-campo surge espontaneamente no meio do cerrado. Ela ganhou este nome porque é usada como vassoura para limpar os quintais e também para varrer as cinzas dos fornos de barro, transferindo aos biscoitos de polvilho um aroma muito agradável.
Hoje é matéria prima principal para a produção da própolis verde e está mudando a vida dos apicultores da região.
Só uma empresa do município de Bambuí recebe própolis verde de mais de 500 produtores da região. O produto passa por uma limpeza e é classificado e embalado in natura. Eles também produzem extrato de própolis vendido a granel ou em frascos.

Os irmãos Odacir e Edeir Ferreira manejam 150 caixas. Cada uma produz uma média de 3 quilos de própolis por ano. A própolis verde é vendida a R$ 140 o quilo, enquanto a comum vale R$ 70.
No ano passado, eles tiveram uma renda líquida de R$ 40 mil com a venda da própolis verde, mas estão aumentando a quantidade de caixas e esperam dobrar de produção dentro de uns dois anos.

Fonte: Globo Rural

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607-2015

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Nanopartículas com veneno de abelha estão sendo utilizadas no tratamento e prevenimento da AIDS, pois destroem o vírus HIV!

Nanopartículas carregadas com uma toxina encontrada no veneno das abelhas conseguiram destruir o HIV (vírus da imunodeficiência humana) sem danificar as células saudáveis ao redor. A descoberta foi feita por Joshua Hood e equipe da Universidade de Washington (EUA). Segundo ele, a técnica é um passo importante rumo ao desenvolvimento de um gel vaginal que possa evitar a transmissão do HIV, o vírus que causa a AIDS.

“Nossa esperança é que, em lugares onde o HIV está sendo transmitido rapidamente, as pessoas possam usar este gel como uma medida preventiva para impedir a infecção inicial,” disse ele. A apitoxina (veneno das abelhas) contém uma potente toxina, chamada melitina, que está sendo pesquisada para combater alergias e até câncer.

A melitina perfura o envelope protetor do HIV e de outros vírus. Mas ela também pode danificar rapidamente as células saudáveis, o que explica sua categoria de toxina. Os pesquisadores então anexaram a toxina a nanopartículas que, apesar de microscópicas, são muito maiores do que a própria molécula de melitina.

Quando as nanopartículas entram em contato com células normais, elas simplesmente rebatem de volta, como se fossem uma bola. O HIV, por outro lado, é muito menor do que as nanopartículas, encaixando-se entre elas, justamente nos vãos onde estão as moléculas de melitina. “A melitina sobre as nanopartículas funde-se com o envelope viral,” diz Hood. “A melitina forma pequenos complexos de ataque parecidos com poros, e rompe o envelope, destruindo o vírus.”

O enfoque parece mais promissor do que as estratégias usadas até agora, que tentam inibir a capacidade do vírus em se replicar – já se sabe que algumas cepas do vírus encontram maneiras de criar resistência e continuar se replicando. “Estamos atacando uma propriedade física do HIV,” diz o pesquisador. “Teoricamente, não há qualquer maneira para que o vírus se adapte a isso. O vírus tem que ter um casaco protetor, uma membrana de duas camadas, que abrange o vírus inteiro”. Como a melitina ataca as duas camadas de membranas indiscriminadamente, este conceito não se limita ao HIV. Muitos vírus, como aqueles das hepatites B e C, contam com a mesma espécie de envelope protetor, podendo ser vulneráveis às nanopartículas carregadas com a toxina do veneno de abelha.

Fonte: Ciências Mundi
Fonte artigo: Mel.com.br

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2906-2015

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Pesquisadores buscam investidores para colocar o gel e exaguante bucal no mercado

Pesquisadores da Fundação Ezequiel Dias (Funed) criaram um gel e enxaguante à base de própolis verde para o tratamento de doenças e infecções na boca. O produto, que integra os projetos de pesquisas apoiados pelo Programa de Incentivo a Inovação (PII), realizado pelo Sebrae Minas e Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Estado de Minas Gerais (SECTES), deverá ser produzido nos próximos anos.

A própolis verde é fabricada pelas abelhas que coletam resina do alecrim do campo. Há alguns anos, o uso terapêutico da substância vem sendo estudado por alguns pesquisadores. “Seu uso caseiro para problemas de garganta ou tosse é bastante difundido. No entanto, hoje não existe nenhum medicamento regulado na Anvisa à base da própolis verde”, explica a pesquisadora da Funed e coordenadora do projeto, Esther Bastos.

Engana-se quem pensa que os problemas na boca reduzem-se às cáries. O local é repleto de microrganismos e exposto a alterações internas e externas fazem da boca um dos órgãos humanos mais expostos a processos infecciosos e a ocorrência de doenças. Além disso, implante dentário ou processos quimioterápicos são contextos que deixam a boca vulnerável ao aparecimento de mucosites e candidíase.

Pensando nisso, pesquisadores da Funed desenvolveram o gel e o enxaguante bucal de extrato de própolis verde que ajudam no tratamento e prevenção de doenças como as mucosites, inflamações que ocorrem na mucosa da boca, frequentes em pacientes submetidos a radioterapias. Outro exemplo é a prevenção de processos inflamatórios em pessoas que fazem implantes dentários. ”Diferentemente dos antibióticos comumente usados em pacientes que fazem implantes, a própolis não somente inibe a ação dos micro-organismos, ela os elimina”, destaca a pesquisadora.

Pacientes que são submetidos à quimioterapia no tratamento de leucemia, portadores de HIV e idosos que utilizam dentadura têm mais chance de desenvolver a candidíase oral, uma infecção causada por fungos, que se desenvolve quando o sistema imune encontra-se enfraquecido. Por sua ação atifúngica, o gel e o enxaguatório de própolis verde podem ser importantes aliados na prevenção e no tratamento da candidíase, proporcionando melhor qualidade de vida para esses pacientes.

Outras vantagens desse enxaguatório é que não há efeitos colaterais, nem aumento da resistência dos micro-organismos, como acontece com o uso prolongado de antibióticos. Além disso, ele não contém digluconato de clorexidina, substância, usado na odontologia como agente antimicrobiano, entretanto, em longo prazo, pode causar enfraquecimento e amarelamento dos dentes. “Nos testes que fizemos houve redução dos micro-organismos anaeróbicos da cavidade oral, sem o aparecimento de manchas nos dentes”, contou Esther.

Por não conter álcool em sua formulação, o novo enxaguante não irrita a mucosa do paciente, como acontece com boa parte dos produtos disponíveis no mercado.

Gel e exaguatório já foram testados, agora os pesquisadores buscam investidores para colocar os produtos no mercado .
PII
Em 2013, o PII chegou à Fundação Ezequiel Dias (Funed), instituição centenária do estado, referência em pesquisa, dedicada à promoção da saúde pública. “A realização desse programa na Funed estimula a pesquisa no setor de saúde, humana e animal, e projeta soluções para o mercado, viabilizando o desenvolvimento de protótipos e planos de negócios”, afirma a analista da Unidade de Inovação e Sustentabilidade do Sebrae Minas, Andrea Furtado.

Já conhece o Extrato de Própolis da Lambertucci?

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Neste ano será lançando a publicação que destaca 17 dos 41 projetos inovadores identificados na Funed. São ideias avançadas de medicamentos, vacinas e tecnologias que ampliam as soluções para tratamento de doenças, controle de epidemias e melhoria da qualidade de vida da população.

Desde 2006, já foram 15 Programas de Incentivo à Inovação (PII) em Minas Gerais, com 280 projetos de pesquisa selecionados e publicados de universidades, faculdades e centros tecnológicos de Lavras, Itajubá, Juiz de Fora, Viçosa, Uberlândia, Belo Horizonte e Montes Claros.

Fonte: DeFato

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1806-2015

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A Lambertucci recebeu neste ultimo sábado,13, comitiva internacional de empresários que reuniu representantes do Canadá, China, Líbano, Arábia Saudita e Marrocos. A comitiva chegou aos Pais para participar da rodada de negócios Brazil Let’s Bee que ocorreu em São Paulo paralelo a feira Bio Brazil Fair/ Biofach America Latina 2015.

Com o grande interesse em ampliar e explorar o mercado do exterior- através da ABEMEL(associação brasileira dos exportadores de Mel) e com o apoio da APEX –Brasil ( Agencia Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – a empresaria Joelma Lambertucci de Brito teve a oportunidade de convida-los para conhecer as instalações da empresa que se situa em Rio Claro, que é conhecido nacional e internacionalmente como berço da apicultura brasileira, e o modo de trabalho que a Lambertucci tem desempenhado na exportação.

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“O produto brasileiro tem qualidade e preços compatíveis com o que buscamos. Minha expectativa é importar entre 5 e 6 contêineres agora e aumentar esse numero depois”, afirmou Sayed Shah, gerente de compras do grupo de alimentação saudita Sunbulah. A empresa está presente em 34 países da região, incluindo a Arábia Saudita.


Veja a repercussão na mídia

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1506-2015

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O mel é uma substância bastante utilizada em receitas naturais quando o assunto é saúde. Não é para menos, ele possui diversas propriedades que fazem bem ao organismo.

Além de ser nutritivo e uma fonte de energia, ele também ajuda a tratar doenças respiratórias e reforça o sistema imunológico.

Mas as propriedades benéficas do mel não param por aí. Ele pode ter efeitos ainda mais poderosos se você ingeri-lo com água.

Vários estudos apontam que o consumo da mistura com o estômago vazio pode ter muitas vantagens. Duvida? Então confira algumas delas:

Ajuda a perder peso

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Como o mel é um alimento que promove uma sensação de saciedade, ele aliado a água pode ser uma alternativa ao controle de peso.

Além de causar sensação de saciedade, a mistura também controla o mecanismo do cérebro que provoca o desejo de ingerir açúcar.

Combate a artrite

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Pode parecer inacreditável, mas um estudo realizado pela Universidade de Copenhagen demonstrou que os pacientes que consumiram água com mel sentiram um alívio de suas dores em questão de minutos.

Por isso, se recomenda o consumo de água com mel para prevenir e combater as dores provocadas pela artrite.

Ajuda a reduzir os níveis de colesterol

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Outro estudo realizado pela mesma universidade apontou que os pacientes com colesterol alto podem diminuir seus níveis em até 10% após duas horas de ingerir água com mel.

Por causa disso, o mel diluído em água poderia ajudar a resolver problemas de circulação e doenças cardiovasculares.

Fortalece o sistema imunológico

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Não é à toa que o consumo de mel é indicado para pessoas com gripes ou resfriados. O mel é um alimento com propriedades antibióticas e antibacterianas, que ajudam a manter longe os vírus e bactérias causadores de infecções.

A água com mel em jejum é uma excelente alternativa para aumentar as defesas e prevenir uma grande quantidade de doenças.

Reduz a fadiga

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O consumo de água com mel pode ajudar a combater a fadiga, já que o mel é capaz de revitalizar o corpo e manter quem o consome mais ativo.

Aumenta as energias

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A água com mel também pode ter efeitos energizantes, capazes de melhorar o condicionamento físico. Sendo assim, uma boa opção é consumir água com mel com o estômago vazio.

Já que a mistura acaba sendo uma fonte de energia natural, que também inclui outros nutrientes importantes para o organismo.

Aprenda a preparar

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Não há segredo! Para preparar a mistura basta diluir uma colher de mel orgânico em um copo de água morna e bebê-lo em jejum.

Para maximizar os efeitos, especialistas recomendam que a solução seja consumida todas as manhãs com o estômago vazio.

Fonte: Fatos Desconhecidos

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1006-2015

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O Apiários Lambertucci participa a partir de hoje da Brazil Let’s Bee Round Business Meeting que acontecerá paralelo a feira Bio Brazil Fair/ Biofach America Latina 2015.

A Rodada de Negócios, que será realizada entre 10 a 13 de junho de 2015 na Bienal Ibirapuera tem como maior objetivo ampliar e consolidar mercados para produtos apícolas nacionais. Dessa forma a Lambertucci ganha mais uma oportunidade, desta vez em casa, de apresentar qualidade dos seus produtos para o mercado internacional firmando o seu profissionalismo com as certificações que foram adquiridas ao longo da caminhada de um pouco mais de 32 anos.

As atividades do evento estão divididas em duas etapas, primeiramente ocorre a rodada de negócios no stand Brazil Let´s Bee. E em seguida está agendado as visitas técnicas, nas instalações da Lambertucci, dos empresários do oriente Médio, EUA, CHINA e Canadá para que eles possam conhecer de perto a estrutura produtiva da mesma.

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806-2015

Mais de 40% das abelhas americanas desapareceram, segundo estudo. O problema ultrapassa preocupações conservacionistas, já que os insetos geram 15 bilhões de dólares por ano para a agricultura do país

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As abelhas começaram a sumir nos Estados Unidos. E isso preocupou a Casa Branca. Um estudo divulgado pelo consórcio Bee Informed Partnership, financiado pelo governo e por universidades americanas, destacou que apenas no ano passado 42% das colônias americanas desse inseto desapareceram. Por que isso dá dor de cabeça até no presidente Barack Obama? As abelhas são as principais polinizadoras do hemisfério norte, associadas ao florescimento da flora e à maior parte do cultivo agrícola. Só nos Estados Unidos, um mercado de 15 bilhões de dólares depende diretamente desse trabalho de polinização. Com menos abelhas, menor é a produção. A gravidade do problema econômico fez a Casa Branca montar uma força-tarefa de cientistas para resolver o assunto. Na última terça-feira (19) começaram a aparecer os primeiros resultados.

Para poupar os insetos, as estratégias governamentais são aumentar o tamanho dos habitats polinizadores, encorajar o treinamento de cientistas especializados em abelhas e estabelecer bancos de sementes de plantas atrativas para o inseto. “Buscamos engajar todos os segmentos da nossa sociedade para que, trabalhando juntos, possamos dar passos significativos e importantes para reverter o declínio dos polinizadores”, disse o Secretário da Agricultura dos Estados Unidos, Tom Vilsack, em carta oficial.

O sumiço das abelhas começou a ser notado por apicultores americanos há dez anos. Como de costume, os insetos saíam das colônias à procura de pólen e, de tabela, polinizavam plantações de frutas, legumes e grãos. O problema é que elas começaram a não voltar mais, deixando para trás apenas a rainha com poucas operárias remanescentes. Fenômeno que ganhou o nome de colony colapse disorder (em inglês, síndrome do colapso da colônia, ou CCD). Pesquisadores então indicaram que essas abelhas morriam antes de conseguir retornar. É um enorme problema que ultrapassa as preocupações conservacionistas. Sem as abelhas, não há plantações. Sem essas, diminui a produção local de comida, e a economia sofre.

O novo levantamento confirma que a crise não só continua, como piora. A taxa de desaparecimento de 42% é maior que a de 2013 e 2012 somados, quando se registrou uma baixa de 34,2%. A taxa atual é quatro vezes acima do que a baixa considerada “normal” pelos apicultores. Nos estados de Oklahoma, Illinois, Iowa e Pensilvânia, o dano foi ainda maior: bateu os 60%.

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O inseto, que muitas vezes é lembrado apenas pelas picadas dolorosas, é essencial para a agricultura. Dois terços de todos os alimentos ingeridos no planeta dependem das abelhas. Estima-se que elas rendam 15 bilhões de dólares por ano apenas à economia americana, graças a sua ajuda à agricultura. Como existem 2,5 milhões de colônias de abelhas em cativeiro no país (e são essas as que são usadas na agricultura), o valor estimado de cada uma delas, em uma conta simples, seria de 6 000 dólares. Para piorar, diferentemente do Brasil, que têm ao menos 3 000 espécies de abelhas selvagens, nos Estados Unidos há só a Apis melífera, inseto de origem europeia que está sendo afetado por essa crise. Como só tem um tipo, qualquer ameaça é urgente.

É preciso ressaltar que é natural que as abelhas se afastem por até três quilômetros de suas colônias em busca de alimentos, mas a baixa de insetos considerada “normal” é de 10%, quantidade muito menor do que a que vem sendo perdida e facilmente reposta pela reprodução dos animais. Aliás, o que chocou os pesquisadores não foi somente a quantidade de abelhas desaparecidas, mas sim o fato de que, pela primeira vez na história, a baixa foi maior durante o verão, época (em teoria) mais favorável a elas do que o inverno.

Em países de clima temperado, as colmeias ficam cobertas por neve durante a estação, e cerca de 20% das abelhas naturalmente não resiste ao frio. “Nós esperávamos que as colônias morressem durante o inverno, porque é uma estação estressante. É amedrontador notar as perdas no verão, que deveria ser como um paraíso para as abelhas”, disse Dennis van Engelsdorp, professor da Universidade de Maryland e um dos autores do estudo. Ou seja, se no verão está ruim, imagina no inverno.

Para piorar, apesar de o fenômeno não ser novidade, pesquisadores ainda não conseguiram identificar qual é a causa do sumiço. Os autores do estudo indicaram que os motivos prováveis são uma combinação de ácaros, má alimentação e pesticidas, mas existem outras hipóteses, como o aumento de predadores e os efeitos negativos das mudanças climáticas. A teoria mais aceita é aquela que aponta para os pesticidas, já que muitos desses produtos contêm uma substância chamada neonicotinóide, que age diretamente no cérebro do inseto, fazendo com que ele esqueça de onde veio e, consequentemente, o caminho de volta para a colmeia. “Temos indícios de que essa é a principal causa, mas existem muitos interesses econômicos e conservacionistas nesse debate, por isso não se bate o martelo”, disse o biólogo Lionel Segui Gonçalves, professor aposentado da USP e pesquisador da genética das abelhas com 50 anos de experiência.

Apesar de os Estados Unidos estarem na situação mais crítica, o fenômeno acomete quase toda a parte ocidental do hemisfério norte há um bom tempo. Estima-se que algumas regiões da Europa tenham perdido até 53% das colônias nos últimos anos. Os impactos foram sentidos no preço de produtos agrícolas. Na Espanha, o quilo de vegetais oleaginosos bateu os oito euros, valor mais alto desde 2005. As cerejas que eram cultivadas em território francês foram transferidas para a Austrália, onde ainda não se tem sinal de baixas de abelhas. Já nos Estados Unidos as amêndoas tiveram uma inflação de 43%.

Recentemente, países fora desse eixo começaram a também detectar indícios do fenômeno, como Japão, China e mesmo o Brasil. Por aqui, tanto as abelhas de ferrão, que produzem mel, quanto aquelas sem ferrão estão sendo prejudicadas. Para abordar o problema, a organização nacional Sem Abelha, Sem Alimento lançou há um ano o aplicativo Bee Alert, em que apicultores registram casos de desaparecimento. Até agora, foi registrada a perda de 12 000 colônias em 13 estados brasileiros, entre os quais São Paulo é o mais afetado. “É fácil de entender por que São Paulo lidera: no Estado, o uso de pesticidas é intenso”, definiu o biólogo Lionel Segui Gonçalves.

Mas o que aconteceria se as abelhas sumissem da Terra? O genial físico Albert Einstein, que gostava de palpitar sobre diversas áreas do conhecimento, dizia que “se as abelhas desaparecessem, o homem só sobreviveria por quatro anos”. A linha de raciocínio aqui é o fato de que sem abelhas não teríamos 70% dos alimentos que consumimos e também haveria uma redução na parcela verde do planeta, o que levaria a uma diminuição do oxigênio disponível. Não é preciso enxergar tão longe para saber que o extermínio acarretaria um desastre ambiental, com o colapso da agricultura e da flora global.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/casa-branca-faz-do-sumico-de-abelhas-uma-questao-de-estado.

 

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2505-2015

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O cultivo de cabelo humano em laboratório foi o experimento recente que trouxe mais esperança na luta contra a calvície.[Imagem: Claire Higgins/Christiano Lab/Columbia University Medical Center]

O cultivo de cabelo humano em laboratório foi o experimento recente que trouxe mais esperança na luta contra a calvície.[Imagem: Claire Higgins/Christiano Lab/Columbia University Medical Center]


Cera natural

Ainda não é a salvação contra a calvície, mas pesquisadores descobriram que a própolis ajuda a crescer pêlos em animais.

Já se sabia que a substância produzida pelas abelhas promove o crescimento de certas células envolvidas no crescimento dos cabelos, embora não houvesse ainda comprovação de que essas células de fato resultam no crescimento efetivo dos cabelos.

A própolis, uma espécie de resina que as abelhas usam para selar suas colmeias, tem largo uso medicinal, sobretudo porque contém compostos ativos que combatem fungos e invasões bacterianas que poderiam ameaçar as casas das abelhas.

Própolis contra calvície?

Shota Miyata e seus colegas da Universidade de Hokkaido (Japão) testaram a própolis em ratos que tiveram seus pêlos retirados por raspagem com lâmina ou extraídos com cera.

Os animais que receberam o tratamento cresceram os pêlos mais rapidamente do que aqueles que não receberam.

Os pesquisadores confirmaram que, após a aplicação local, o número de células específicas envolvidas no processo de crescimento dos pêlos aumentou.

Os experimentos foram feitos em animais normais, sem calvície. [Imagem: Shota Miyata et al. - 10.1021/jf503184s]

Os experimentos foram feitos em animais normais, sem calvície. [Imagem: Shota Miyata et al. - 10.1021/jf503184s]

Embora tenham testado o uso da própolis em animais normais, sem calvície, os cientistas argumentam que as condições de perda de cabelo muitas vezes resultam de inflamações anormais.

E a própolis, continuam eles, contém compostos anti-inflamatórios que poderiam ajudar a tratar condições que levam à calvície. Mas isto são apenas hipóteses, que a equipe pretende testar a seguir.

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=propolis-promove-crescimento-cabelos

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1505-2015

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A Lambertucci participou da feira SIAL CHINA 2015, a mais importante feira de alimentos e bebidas no mundo, realizada na cidade Xangai. Durante o evento, que ocorreu entre 6 e 8 de maio, a empresária teve encontros pré-agendados com compradores chineses, uma ótima oportunidade de ampliar mercado e fortalecer as exportações de mel e própolis. “Os chineses estão interessados em produtos naturais, livres de química e pesticidas e como o mel brasileiro atende a esses requisitos tem grande aceitação”, afirmou Joelma Lambertucci, diretora da Apiários Lambertucci.

Segundo ela, houve grande procura dos chineses pelos produtos apícolas brasileiros. “Estamos ampliando a carteira de clientes na Ásia. A qualidade do mel brasileiro vem atraindo cada vez mais o interesse e a curiosidade desse mercado pelos nossos produtos. Fiquei bastante surpresa com a boa receptividade dos chineses”, afirmou Joelma.

Agora, diz Joelma, o “dever de casa” das empresas brasileiras é planejar estratégias para inserir o extrato de própolis no mercado chinês, pois o produto precisa de um registro diferenciado.

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