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1507-2015

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A própolis verde, usada no Japão como auxiliar no tratamento de pessoas com câncer, mudou a história da vassourinha-do-campo, uma planta nativa do cerrado mineiro. Antes tratada como invasora de pastagens, agora é planta de cultivo.
O Globo Rural mostrou o começo dessa história há 11 anos, quando os cientistas descobriram que a própolis verde, produzida a partir da vassourinha, tinha qualidades medicinais extraordinárias. Agora, o repórter Ivaci Matias voltou ao cerrado mineiro para mostrar como essa própolis está mudando a vida dos criadores de abelhas da região.
Uma colmeia bem formada pode abrigar mais de 60 mil abelhas. Durante o dia, elas entram e saem sem parar, trabalhando na coleta de néctar e pólen para fabricar seus alimentos, mas algumas operárias são destacadas para extrair resinas medicinais produzidas pelas plantas. Com a resina, elas fabricam a própolis, uma massa de cor escura, que serve para matar os fungos e bactérias da colmeia.
Quando capturam algum inseto invasor, as abelhas cobrem o cadáver com própolis para mumificá-lo e assim evitar o apodrecimento e a contaminação do ambiente delas.

Desde a antiguidade, o homem aprendeu a manipular esses recursos criados pelas abelhas. Nas múmias do Egito foram encontrados resíduos de própolis usados para conservar os cadáveres. Os sacerdotes da época produziam remédios a base de própolis para combater doenças provocadas por fungos e bactérias.

Já conhece o Extrato de Própolis da Lambertucci?

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A descoberta da própolis verde está ampliando os usos desse recurso criado pelas abelhas. Esse tipo de própolis é feito a partir da resina de uma planta nativa do cerrado brasileiro: a vassourinha-do-campo, cujo nome científico é bacárisbaccharis dracunculifolia. O arbusto também é conhecido pelo nome de alecrim-do-campo e era considerado um invasor de pastagem.
As abelhas mergulham de cabeça nos brotinhos novos da vassourinha para alcançar as glândulas internas da planta. Em uma imagem ampliada pelo microscópio é possível ver os vasos internos da planta onde ela deposita substâncias com atividades antimicrobianas muito potentes e que podem ajudar o homem na cura e prevenção de muitas doenças.
Os poderes medicinais da vassourinha-do-campo e da própolis verde estão sendo estudados em um laboratório da faculdade de Farmácia de Ribeirão Preto, da USP, em São Paulo. A equipe de pesquisadores é liderada pelo doutor Jairo Bastos.
No Brasil já existem alguns produtos feitos a base da própolis verde, um deles é um extrato encontrado nas lojas de produtos naturais. Ele contém uma parcela muito pequena de artepelim C e não é considerado medicamento, mas sim um suplemento alimentar. É usado, nas doses indicadas, para fortalecer o organismo durante gripes, resfriados, bronquites e outras doenças infecciosas, mas as pesquisas para produção de remédios a base de artepelim C puro, já estão avançadas. No Japão, que é o maior importador de própolis verde do Brasil, a substância pura já foi isolada e é usada no tratamento de vários tipos de câncer, mas o alto custo ainda é proibitivo: um grama de artepelim C puro custa o equivalente a R$ 50 mil.
O Brasil produz 100 toneladas de própolis verde por ano, 80% vem de Minas Gerais. O município de Bambuí, na região do Médio São Francisco, concentra o maior número de produtores.
Em toda essa região, a vassourinha-do-campo surge espontaneamente no meio do cerrado. Ela ganhou este nome porque é usada como vassoura para limpar os quintais e também para varrer as cinzas dos fornos de barro, transferindo aos biscoitos de polvilho um aroma muito agradável.
Hoje é matéria prima principal para a produção da própolis verde e está mudando a vida dos apicultores da região.
Só uma empresa do município de Bambuí recebe própolis verde de mais de 500 produtores da região. O produto passa por uma limpeza e é classificado e embalado in natura. Eles também produzem extrato de própolis vendido a granel ou em frascos.

Os irmãos Odacir e Edeir Ferreira manejam 150 caixas. Cada uma produz uma média de 3 quilos de própolis por ano. A própolis verde é vendida a R$ 140 o quilo, enquanto a comum vale R$ 70.
No ano passado, eles tiveram uma renda líquida de R$ 40 mil com a venda da própolis verde, mas estão aumentando a quantidade de caixas e esperam dobrar de produção dentro de uns dois anos.

Fonte: Globo Rural

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607-2015

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Nanopartículas com veneno de abelha estão sendo utilizadas no tratamento e prevenimento da AIDS, pois destroem o vírus HIV!

Nanopartículas carregadas com uma toxina encontrada no veneno das abelhas conseguiram destruir o HIV (vírus da imunodeficiência humana) sem danificar as células saudáveis ao redor. A descoberta foi feita por Joshua Hood e equipe da Universidade de Washington (EUA). Segundo ele, a técnica é um passo importante rumo ao desenvolvimento de um gel vaginal que possa evitar a transmissão do HIV, o vírus que causa a AIDS.

“Nossa esperança é que, em lugares onde o HIV está sendo transmitido rapidamente, as pessoas possam usar este gel como uma medida preventiva para impedir a infecção inicial,” disse ele. A apitoxina (veneno das abelhas) contém uma potente toxina, chamada melitina, que está sendo pesquisada para combater alergias e até câncer.

A melitina perfura o envelope protetor do HIV e de outros vírus. Mas ela também pode danificar rapidamente as células saudáveis, o que explica sua categoria de toxina. Os pesquisadores então anexaram a toxina a nanopartículas que, apesar de microscópicas, são muito maiores do que a própria molécula de melitina.

Quando as nanopartículas entram em contato com células normais, elas simplesmente rebatem de volta, como se fossem uma bola. O HIV, por outro lado, é muito menor do que as nanopartículas, encaixando-se entre elas, justamente nos vãos onde estão as moléculas de melitina. “A melitina sobre as nanopartículas funde-se com o envelope viral,” diz Hood. “A melitina forma pequenos complexos de ataque parecidos com poros, e rompe o envelope, destruindo o vírus.”

O enfoque parece mais promissor do que as estratégias usadas até agora, que tentam inibir a capacidade do vírus em se replicar – já se sabe que algumas cepas do vírus encontram maneiras de criar resistência e continuar se replicando. “Estamos atacando uma propriedade física do HIV,” diz o pesquisador. “Teoricamente, não há qualquer maneira para que o vírus se adapte a isso. O vírus tem que ter um casaco protetor, uma membrana de duas camadas, que abrange o vírus inteiro”. Como a melitina ataca as duas camadas de membranas indiscriminadamente, este conceito não se limita ao HIV. Muitos vírus, como aqueles das hepatites B e C, contam com a mesma espécie de envelope protetor, podendo ser vulneráveis às nanopartículas carregadas com a toxina do veneno de abelha.

Fonte: Ciências Mundi
Fonte artigo: Mel.com.br

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2906-2015

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Pesquisadores buscam investidores para colocar o gel e exaguante bucal no mercado

Pesquisadores da Fundação Ezequiel Dias (Funed) criaram um gel e enxaguante à base de própolis verde para o tratamento de doenças e infecções na boca. O produto, que integra os projetos de pesquisas apoiados pelo Programa de Incentivo a Inovação (PII), realizado pelo Sebrae Minas e Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Estado de Minas Gerais (SECTES), deverá ser produzido nos próximos anos.

A própolis verde é fabricada pelas abelhas que coletam resina do alecrim do campo. Há alguns anos, o uso terapêutico da substância vem sendo estudado por alguns pesquisadores. “Seu uso caseiro para problemas de garganta ou tosse é bastante difundido. No entanto, hoje não existe nenhum medicamento regulado na Anvisa à base da própolis verde”, explica a pesquisadora da Funed e coordenadora do projeto, Esther Bastos.

Engana-se quem pensa que os problemas na boca reduzem-se às cáries. O local é repleto de microrganismos e exposto a alterações internas e externas fazem da boca um dos órgãos humanos mais expostos a processos infecciosos e a ocorrência de doenças. Além disso, implante dentário ou processos quimioterápicos são contextos que deixam a boca vulnerável ao aparecimento de mucosites e candidíase.

Pensando nisso, pesquisadores da Funed desenvolveram o gel e o enxaguante bucal de extrato de própolis verde que ajudam no tratamento e prevenção de doenças como as mucosites, inflamações que ocorrem na mucosa da boca, frequentes em pacientes submetidos a radioterapias. Outro exemplo é a prevenção de processos inflamatórios em pessoas que fazem implantes dentários. ”Diferentemente dos antibióticos comumente usados em pacientes que fazem implantes, a própolis não somente inibe a ação dos micro-organismos, ela os elimina”, destaca a pesquisadora.

Pacientes que são submetidos à quimioterapia no tratamento de leucemia, portadores de HIV e idosos que utilizam dentadura têm mais chance de desenvolver a candidíase oral, uma infecção causada por fungos, que se desenvolve quando o sistema imune encontra-se enfraquecido. Por sua ação atifúngica, o gel e o enxaguatório de própolis verde podem ser importantes aliados na prevenção e no tratamento da candidíase, proporcionando melhor qualidade de vida para esses pacientes.

Outras vantagens desse enxaguatório é que não há efeitos colaterais, nem aumento da resistência dos micro-organismos, como acontece com o uso prolongado de antibióticos. Além disso, ele não contém digluconato de clorexidina, substância, usado na odontologia como agente antimicrobiano, entretanto, em longo prazo, pode causar enfraquecimento e amarelamento dos dentes. “Nos testes que fizemos houve redução dos micro-organismos anaeróbicos da cavidade oral, sem o aparecimento de manchas nos dentes”, contou Esther.

Por não conter álcool em sua formulação, o novo enxaguante não irrita a mucosa do paciente, como acontece com boa parte dos produtos disponíveis no mercado.

Gel e exaguatório já foram testados, agora os pesquisadores buscam investidores para colocar os produtos no mercado .
PII
Em 2013, o PII chegou à Fundação Ezequiel Dias (Funed), instituição centenária do estado, referência em pesquisa, dedicada à promoção da saúde pública. “A realização desse programa na Funed estimula a pesquisa no setor de saúde, humana e animal, e projeta soluções para o mercado, viabilizando o desenvolvimento de protótipos e planos de negócios”, afirma a analista da Unidade de Inovação e Sustentabilidade do Sebrae Minas, Andrea Furtado.

Já conhece o Extrato de Própolis da Lambertucci?

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Neste ano será lançando a publicação que destaca 17 dos 41 projetos inovadores identificados na Funed. São ideias avançadas de medicamentos, vacinas e tecnologias que ampliam as soluções para tratamento de doenças, controle de epidemias e melhoria da qualidade de vida da população.

Desde 2006, já foram 15 Programas de Incentivo à Inovação (PII) em Minas Gerais, com 280 projetos de pesquisa selecionados e publicados de universidades, faculdades e centros tecnológicos de Lavras, Itajubá, Juiz de Fora, Viçosa, Uberlândia, Belo Horizonte e Montes Claros.

Fonte: DeFato

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806-2015

Mais de 40% das abelhas americanas desapareceram, segundo estudo. O problema ultrapassa preocupações conservacionistas, já que os insetos geram 15 bilhões de dólares por ano para a agricultura do país

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As abelhas começaram a sumir nos Estados Unidos. E isso preocupou a Casa Branca. Um estudo divulgado pelo consórcio Bee Informed Partnership, financiado pelo governo e por universidades americanas, destacou que apenas no ano passado 42% das colônias americanas desse inseto desapareceram. Por que isso dá dor de cabeça até no presidente Barack Obama? As abelhas são as principais polinizadoras do hemisfério norte, associadas ao florescimento da flora e à maior parte do cultivo agrícola. Só nos Estados Unidos, um mercado de 15 bilhões de dólares depende diretamente desse trabalho de polinização. Com menos abelhas, menor é a produção. A gravidade do problema econômico fez a Casa Branca montar uma força-tarefa de cientistas para resolver o assunto. Na última terça-feira (19) começaram a aparecer os primeiros resultados.

Para poupar os insetos, as estratégias governamentais são aumentar o tamanho dos habitats polinizadores, encorajar o treinamento de cientistas especializados em abelhas e estabelecer bancos de sementes de plantas atrativas para o inseto. “Buscamos engajar todos os segmentos da nossa sociedade para que, trabalhando juntos, possamos dar passos significativos e importantes para reverter o declínio dos polinizadores”, disse o Secretário da Agricultura dos Estados Unidos, Tom Vilsack, em carta oficial.

O sumiço das abelhas começou a ser notado por apicultores americanos há dez anos. Como de costume, os insetos saíam das colônias à procura de pólen e, de tabela, polinizavam plantações de frutas, legumes e grãos. O problema é que elas começaram a não voltar mais, deixando para trás apenas a rainha com poucas operárias remanescentes. Fenômeno que ganhou o nome de colony colapse disorder (em inglês, síndrome do colapso da colônia, ou CCD). Pesquisadores então indicaram que essas abelhas morriam antes de conseguir retornar. É um enorme problema que ultrapassa as preocupações conservacionistas. Sem as abelhas, não há plantações. Sem essas, diminui a produção local de comida, e a economia sofre.

O novo levantamento confirma que a crise não só continua, como piora. A taxa de desaparecimento de 42% é maior que a de 2013 e 2012 somados, quando se registrou uma baixa de 34,2%. A taxa atual é quatro vezes acima do que a baixa considerada “normal” pelos apicultores. Nos estados de Oklahoma, Illinois, Iowa e Pensilvânia, o dano foi ainda maior: bateu os 60%.

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O inseto, que muitas vezes é lembrado apenas pelas picadas dolorosas, é essencial para a agricultura. Dois terços de todos os alimentos ingeridos no planeta dependem das abelhas. Estima-se que elas rendam 15 bilhões de dólares por ano apenas à economia americana, graças a sua ajuda à agricultura. Como existem 2,5 milhões de colônias de abelhas em cativeiro no país (e são essas as que são usadas na agricultura), o valor estimado de cada uma delas, em uma conta simples, seria de 6 000 dólares. Para piorar, diferentemente do Brasil, que têm ao menos 3 000 espécies de abelhas selvagens, nos Estados Unidos há só a Apis melífera, inseto de origem europeia que está sendo afetado por essa crise. Como só tem um tipo, qualquer ameaça é urgente.

É preciso ressaltar que é natural que as abelhas se afastem por até três quilômetros de suas colônias em busca de alimentos, mas a baixa de insetos considerada “normal” é de 10%, quantidade muito menor do que a que vem sendo perdida e facilmente reposta pela reprodução dos animais. Aliás, o que chocou os pesquisadores não foi somente a quantidade de abelhas desaparecidas, mas sim o fato de que, pela primeira vez na história, a baixa foi maior durante o verão, época (em teoria) mais favorável a elas do que o inverno.

Em países de clima temperado, as colmeias ficam cobertas por neve durante a estação, e cerca de 20% das abelhas naturalmente não resiste ao frio. “Nós esperávamos que as colônias morressem durante o inverno, porque é uma estação estressante. É amedrontador notar as perdas no verão, que deveria ser como um paraíso para as abelhas”, disse Dennis van Engelsdorp, professor da Universidade de Maryland e um dos autores do estudo. Ou seja, se no verão está ruim, imagina no inverno.

Para piorar, apesar de o fenômeno não ser novidade, pesquisadores ainda não conseguiram identificar qual é a causa do sumiço. Os autores do estudo indicaram que os motivos prováveis são uma combinação de ácaros, má alimentação e pesticidas, mas existem outras hipóteses, como o aumento de predadores e os efeitos negativos das mudanças climáticas. A teoria mais aceita é aquela que aponta para os pesticidas, já que muitos desses produtos contêm uma substância chamada neonicotinóide, que age diretamente no cérebro do inseto, fazendo com que ele esqueça de onde veio e, consequentemente, o caminho de volta para a colmeia. “Temos indícios de que essa é a principal causa, mas existem muitos interesses econômicos e conservacionistas nesse debate, por isso não se bate o martelo”, disse o biólogo Lionel Segui Gonçalves, professor aposentado da USP e pesquisador da genética das abelhas com 50 anos de experiência.

Apesar de os Estados Unidos estarem na situação mais crítica, o fenômeno acomete quase toda a parte ocidental do hemisfério norte há um bom tempo. Estima-se que algumas regiões da Europa tenham perdido até 53% das colônias nos últimos anos. Os impactos foram sentidos no preço de produtos agrícolas. Na Espanha, o quilo de vegetais oleaginosos bateu os oito euros, valor mais alto desde 2005. As cerejas que eram cultivadas em território francês foram transferidas para a Austrália, onde ainda não se tem sinal de baixas de abelhas. Já nos Estados Unidos as amêndoas tiveram uma inflação de 43%.

Recentemente, países fora desse eixo começaram a também detectar indícios do fenômeno, como Japão, China e mesmo o Brasil. Por aqui, tanto as abelhas de ferrão, que produzem mel, quanto aquelas sem ferrão estão sendo prejudicadas. Para abordar o problema, a organização nacional Sem Abelha, Sem Alimento lançou há um ano o aplicativo Bee Alert, em que apicultores registram casos de desaparecimento. Até agora, foi registrada a perda de 12 000 colônias em 13 estados brasileiros, entre os quais São Paulo é o mais afetado. “É fácil de entender por que São Paulo lidera: no Estado, o uso de pesticidas é intenso”, definiu o biólogo Lionel Segui Gonçalves.

Mas o que aconteceria se as abelhas sumissem da Terra? O genial físico Albert Einstein, que gostava de palpitar sobre diversas áreas do conhecimento, dizia que “se as abelhas desaparecessem, o homem só sobreviveria por quatro anos”. A linha de raciocínio aqui é o fato de que sem abelhas não teríamos 70% dos alimentos que consumimos e também haveria uma redução na parcela verde do planeta, o que levaria a uma diminuição do oxigênio disponível. Não é preciso enxergar tão longe para saber que o extermínio acarretaria um desastre ambiental, com o colapso da agricultura e da flora global.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/casa-branca-faz-do-sumico-de-abelhas-uma-questao-de-estado.

 

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2505-2015

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O cultivo de cabelo humano em laboratório foi o experimento recente que trouxe mais esperança na luta contra a calvície.[Imagem: Claire Higgins/Christiano Lab/Columbia University Medical Center]

O cultivo de cabelo humano em laboratório foi o experimento recente que trouxe mais esperança na luta contra a calvície.[Imagem: Claire Higgins/Christiano Lab/Columbia University Medical Center]


Cera natural

Ainda não é a salvação contra a calvície, mas pesquisadores descobriram que a própolis ajuda a crescer pêlos em animais.

Já se sabia que a substância produzida pelas abelhas promove o crescimento de certas células envolvidas no crescimento dos cabelos, embora não houvesse ainda comprovação de que essas células de fato resultam no crescimento efetivo dos cabelos.

A própolis, uma espécie de resina que as abelhas usam para selar suas colmeias, tem largo uso medicinal, sobretudo porque contém compostos ativos que combatem fungos e invasões bacterianas que poderiam ameaçar as casas das abelhas.

Própolis contra calvície?

Shota Miyata e seus colegas da Universidade de Hokkaido (Japão) testaram a própolis em ratos que tiveram seus pêlos retirados por raspagem com lâmina ou extraídos com cera.

Os animais que receberam o tratamento cresceram os pêlos mais rapidamente do que aqueles que não receberam.

Os pesquisadores confirmaram que, após a aplicação local, o número de células específicas envolvidas no processo de crescimento dos pêlos aumentou.

Os experimentos foram feitos em animais normais, sem calvície. [Imagem: Shota Miyata et al. - 10.1021/jf503184s]

Os experimentos foram feitos em animais normais, sem calvície. [Imagem: Shota Miyata et al. - 10.1021/jf503184s]

Embora tenham testado o uso da própolis em animais normais, sem calvície, os cientistas argumentam que as condições de perda de cabelo muitas vezes resultam de inflamações anormais.

E a própolis, continuam eles, contém compostos anti-inflamatórios que poderiam ajudar a tratar condições que levam à calvície. Mas isto são apenas hipóteses, que a equipe pretende testar a seguir.

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=propolis-promove-crescimento-cabelos

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1405-2015

mel-lambertucci-exuberante-fauna-brasileira

Nossas abelhas vivem em um país de proporções continentais: seus 8,5 milhões km² ocupam quase a metade da América do Sul.

As diferenças climáticas brasileiras levam a grandes variações ecológicas,
evidentemente, estas variações se refletem em uma enorme riqueza da flora e da fauna brasileira: o Brasil abriga a maior biodiversidade do planeta, internacionalmente reconhecida por seu potencial de produção que é reflexo da riqueza natural da flora do país, que permite a produção apícola durante todo o ano.

As abelhas africanizadas, diferentes de outros países onde sua rusticidade e resistência à doenças comuns de outras abelhas, dispensam o uso de antibióticos e medicamentos para tratamento de suas colmeias. Adicionalmente, a diversidade da alta flora natural livre de contaminação pelo uso de agrotóxicos

A vitalidade das abelhas, mostra também resultados na produtividade. Seu raio de ação é maior, e a sua produção de mel, própolis e outros subprodutos é notavelmente maior, pois suas condições ambientais e climáticas são extremamente favoráveis para a produção de mel e os outros produtos derivados

O mel Lambertucci é hoje cobiçado pelos principais mercados internacionais, onde exporta a mais de 30 anos para países com padrões elevados de exigência como: Inglaterra, Alemanha, Suíça, Estados Unidos, Canadá, Austrália entre outros, por ser livre de defensivos e pelo excelente padrão de qualidade, isento de defensivos agrícolas e as floradas estão em mata nativa, totalmente orgânicas, algo praticamente único no mundo

A Lambertucci mantém inúmeras cerificações que atestam a qualidade de seus produtos, como: BPF (Boas Praticas de Fabricação, APPCC (Analises de Perigos e Pontos Criticos de Controle), PAS (Programa do Alimento Seguro), Kosher, Certificação Orgânica padrão EC e USDA, Registro junto ao MAPA (Ministerio da Agricultura do Brasil), Politica Ambiental, Responsabilidade Social e Ambiental, Código de Ética e Certificação junto ao banco de dados Internacional Sedex.

A Lambertucci trabalha com os méis tradicionais como floradas de silvestre, eucalipto e laranja e com méis exóticos diferenciados para um publico mais exigente, como as floradas de café, capixingui, cipó-uva, assapeixe entre outros que são colhidos de flores que produzem mel de excelente qualidade, trazendo aos paladares mais exigentes que buscam alimentos saudáveis e seguros com o verdadeiro sabor brasileiro.

VARIAÇÕES DE MÉIS LAMBERTUCCI

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1803-2015

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Como praticante de esportes, você deve saber o quando está caro consumir suplementos alimentares em nosso país. Quando se trata de Whey Protein, sabemos que os preços podem variar de acordo com a qualidade e origem da proteína. Um pote com 2,5 kg de uma marca mediana pode custar entre R$ 250,00 e R$ 450,00 por exemplo, para durar de 30 a 60 dias. Com isso em mente, com certeza você quer fazer seu investimento valer a pena e aproveitar ao máximo cada dose desse produto. Nesse artigo vamos lhe mostrar como fazer isso utilizando apenas Mel.

Entenda o que acontece

De maneira resumida, podemos dizer que praticantes de musculação ou outros esportes costumam utilizar Whey Protein para suplementação de proteínas após os treinos com finalidade de ganho de massa muscular e interromper ação do hormônio catabólico (cortisol) para que seu corpo não “se alimente” da própria massa muscular.

Se você veio a esse artigo, é provável que já faça uso de Whey Protein, portanto, não entraremos em detalhes sobre os benefícios desse suplemento.

Talvez você já tenho ouvido falar de algo chamado índice glicêmico (IG), um termo que já se tornou um conceito comum entre os entusiastas do fitness. O IG mede a rapidez com que um certo alimento eleva os níveis de glicose no sangue após uma refeição.

No que diz respeito a dietas, o IG é adotado preferencialmente como indicador do impacto de um alimento ou refeição. Alimentos de elevado IG julgam-se provocar um pulso secretório de insulina mais acentuado. E esse é o ponto que queremos chegar! No seu pós-treino é desejável um aumento de insulina no corpo antes do consumo de Whey Protein. Por que? Porque esse aumento de insulina vai garantir uma absorção melhor dos nutrientes ingeridos sem que haja risco de parte desses aminoácidos serem utilizados como fonte energética.

Imagine que você acabou de treinar durante 1 hora ou mais. Seu corpo está desesperadamente precisando de fontes de energia para se manter ativo, quando você ingere MEL (alimento com alto IG) a absorção do mesmo é feita de maneira rápida. Isso é bom porque diminui a necessidade de seu corpo de “queimar” algo para gerar energia, ou seja, o MEL vai preparar seu corpo para receber seu Whey Protein e usá-lo para o objetivo correto: gerar músculos e não gerar energia. Além disso, com o aumento de insulina, o corpo absorve de forma mais efetiva a proteína, aproveitando assim de melhor forma seu investimento em suplementos!

Qual a VANTAGEM de MEL ao invés de Dextrose ou Maltodextrina?

O mel comparado ao carboidrato “industrial” tem suas vantagens: contém alguns aminoácidos, vitaminas e minerais que ajudam a dar uma aditivada no metabolismo (vitamina C, vitaminas do complexo B, cálcio, cobre, zinco, ferro), e ainda contém palatinose, um tipo de açúcar (e que vem sendo muito estudada pela indústria de suplementos esportivos) que parece ainda melhorar a sensibilidade a insulina, podendo até ajudar na prevenção e tratamento da síndrome metabólica.

Além disso, o mel ajuda no processo digestivo, por conter enzimas, e melhora a imunidade. E de acordo com um estudo publicado em 2004, indivíduos que consumiam mel possuíam menor aumento de inflamação, comparado com a ingestão de outros tipos de açúcar, como a sacarose e a dextrose. Inflamação é natural ao organismo, mas quando é demais, leva à queda de performance e de imunidade. Por isso, o mel ajuda no controle de inflamação sistêmica do organismo. O mel possui um efeito laxativo leve em alguns indivíduos, e é fonte do aminoácido triptofano, com ação calmante, que induz a uma sensação de bem estar, melhorando a função da serotonina no cérebro.

Como fazer

Você pode consumir 1 colher de sobremesa de MEL imediatamente após o treino. Em seguida(alguns minutos depois) consumir seu Whey Protein na dose de costume.

A posologia dos componentes irá variar dependendo do peso¸ composição corporal e objetivo de cada indivíduo. O Whey entrará para começar a recuperação¸ dar início ao anabolismo e a síntese protéica.
Você pode utilizar outros suplementos no pós-treino: a creatina entrará para drenar toda água do tecido subcutâneo para dentro das células musculares¸ causando também a reposição dos estoques de ATP¸ os bcaa’s entrarão como anticatabólicos e a vitamina C para bloquear a ação do hormônio catabolítico cortisol. Cinqüenta minutos após essa suplementação recomenda-se a introdução de uma refeição sólida contendo carboidratos complexos e proteínas de lenta absorção com pouca ou quase nenhuma gordura.

Restrições

O artigo acima foi escrito levando em conta artigos e pesquisas realizadas em pessoas saudáveis com práticas regulares de exercícios físicos. Se você é diabético, tem algum distúrbio hormonal ou alergia a um dos componentes do artigo procure seu médico para mais informações antes de fazer qualquer mudança em sua rotina de dieta ou treinos. Foram levados em consideração artigos e pesquisas publicados no site de renomados fisiculturistas bem como profissionais da área de nutrição para a escrita deste artigo. O que não quer dizer especificamente que tudo se aplique ao seu caso. É importante consultar sempre um médico e profissionais de nutrição antes de fazer alterações em sua dieta.

Fontes de Consulta:

http://online.liebertpub.com/doi/abs/10.1089/109662004322984789

http://www.waldemarguimaraes.com.br/2009/07/14/artigo-88/

http://www.fitgirltalk.com.br/2013/12/whey-mel-no-pos-treino.html

http://www.fat-new-world.com/2011/05/o-indice-glicemico-e-secrecao-de.html

http://prisciladiciero.com.br/blog/afinal-o-que-o-mel-tem-de-bom

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903-2015

propolis-lambertucci-contra-dengue

A Dengue

A dengue é uma doença febril aguda causada por um vírus, sendo um dos principais problemas de saúde pública no mundo. O seu principal vetor de transmissão é o mosquito Aedes aegypti, que se desenvolve em áreas tropicais e subtropicais.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que entre 50 a 100 milhões de pessoas se infectem anualmente com a dengue em mais de 100 países de todos os continentes, exceto a Europa. Cerca de 550 mil doentes necessitam de hospitalização e 20 mil morrem em consequência da dengue.

Sintomas da dengue clássica

Os sintomas da dengue iniciam de uma hora para outra e duram entre 5 a 7 dias. Os principais sinais são:

  • Febre alta com início súbito (39° a 40°C)
  • Forte dor de cabeça
  • Dor atrás dos olhos, que piora com o movimento dos mesmos
  • Perda do paladar e apetite
  • Manchas e erupções na pele semelhantes ao sarampo, principalmente no tórax e membros superiores
  • Náuseas e vômitos
  • Tontura
  • Extremo cansaço
  • Moleza e dor no corpo
  • Muitas dores nos ossos e articulações
  • Dor abdominal (principalmente em crianças).

Usar Própolis como repelente natural para mosquito da Dengue

Segundo o biólogo Gilvan Barbosa Gama, de Florianópolis, basta tomar algumas gotas diárias para que o mosquito nem se aproxime! Ninguém divulga porquê não há interesse, a própolis é barata e não enriquece ninguém, as indústrias farmacêuticas ganham fortunas com remédios para amenizar os sintomas da dengue.

Com o apoio da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que divulga seu trabalho, Gama está em busca do reconhecimento científico dos benefícios proporcionados pelo própolis e em breve pretende repassar seus conhecimentos para as Secretarias de Saúde de todo o país.

Uso Preventivo A tintura de Própolis na prevenção aos mosquitos da dengue, deve ser ingerida da seguinte forma: Adultos: de 30 a 40 gotas diluídas em água (ausente de cloro). Um copo a cada 6hs. Crianças: crianças de 0 a 10 anos deverão tomar a metade do peso corporal em gotas diluídas em água sem cloro (quantidade a critério).

Não esquecer de fazer o teste ALÉRGICO para ver se quem vai tomar a própolis não é alérgico a ela. É muito rara esta sensibilidade mas pode ocorrer. Caso queira trocar a água sem cloro pela água de coco, é uma excelente pedida.

Esse é um dos vários benefícios do uso de Própolis.

Clique aqui para conhecer o Própolis Lambertucci.

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Prevenção da Dengue

É importante ficar atento a essas dicas para evitar a Dengue:

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Fontes:
http://www.plantasquecuram.com.br/ervas/propolis.html
http://www.minhavida.com.br/saude/temas/dengue

Imagens:
http://www.observatoriodaserra.com.br/
http://www.criasaude.com.br/

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302-2015

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A Abelha-europeia constrói as paredes do favo de mel com cera, que é produzida em glândulas localizadas na parte de baixo do seu abdômen. O favo de mel é considerado uma maravilha da engenharia. Porque?

Analise o seguinte: por séculos, matemáticos achavam que a forma hexagonal era melhor que triângulos equiláteros e quadrados-ou qualquer outra forma-para dividir um espaço, aproveitando ao máximo e usando o mínimo de material. Mas eles não sabiam explicar exatamente motivo. Em 1999, o professor Thomas C. Hales provou isso matematicamente com o que ele chamou de “conjectura do favo de mel”. Ele demonstrou que hexágonos regulares regulares são a melhor maneira de dividir um espaço em partes iguais com mínimo de sustentação estrutural.

Por utilizarem células hexagonais, as abelhas podem usar melhor todo espaço disponível, produzir um favo de mel de paredes leves e firmes com a mínima quantidade de cera e armazenar a máxima quantidade de mel nesse espaço. Não é de admirar que o favo de mel seja considerado uma “obra-prima da arquitetura”.

Atualmente, os cientistas imitam o favo de mel para criar estruturas resistentes e que tenham um melhor aproveitamento de espaço. A engenharia aeronáutica, por exemplo, usa estruturas em forma de favo de mel para construir aviões mais fortes e mais leves, gastando assim menos combustível.

Uma reflexão: O que você acha, será que a estrutura notável do favo de mel é resultado da evolução? Ou teve um projeto?

Fonte: Revista Despertai, Janeiro de 2015. Página 7 (O favo de mel)

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601-2015

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Operárias incansáveis, as abelhas trabalham duro na lavoura de seu Zé. Ao voar em busca do néctar, esbarram no pólen. E, assim, seguem de flor em flor. Até que cada flor vira fruto e a lavoura prospera. Como a abelha é valiosa para seu Zé!

“Tem gente que mata, eu não mato não. Para mim ela é tudo, ela ajuda”, afirma seu José Ildo Miranda da Silva, o Zé, agricultor.

Ele percebeu uma melhora de 80% na produtividade com o trabalho das abelhas. Mas nem sempre foi assim. O produtor chegou a pensar que eram pragas. Agora, ele diminuiu o uso dos agrotóxicos e nunca usa esses produtos quando elas estão por perto. “A gente bota cedinho, até 9h não tem abelha”, conta.

Elas aparecem por volta das 11h. O maracujá é um tipo de fruta que só se reproduz se houver abelha no ambiente. Senão, o lavrador tem que simular o trabalho das operárias da natureza.

“O fruto é maior, tem mais sementes quando polinizado pelas abelhas”, explica Maria Cristina Gaglianone, bióloga da UENF

Eficiência sem custo para seu Zé.

Globo Repórter: E aí a abelha trabalha o dia inteiro?
Zé: Trabalha o dia todo. Trabalham, não pago nada a ela. Deixa ela trabalhar.

As abelhas também são preciosas para seu Amaro. Vale ouro, mesmo em um cenário, que para muitos, seria de horror. Com roupa especial e fumaça, ele encara uma difícil missão: retirar uma colmeia com milhares de abelhas agressivas. Sem pressa, seu Amaro procura a rainha.

“Tem que levar a rainha. Se não achar a rainha as outras não entram”, diz Amaro Alves da Silva, apicultor.

Ele aprendeu a amar as abelhas há 27 anos, quando começou a produzir mel. São elas que garantem 70% do orçamento doméstico.

“Eu criei meus filhos tudo com mel”, conta.

O Globo Repórter foi conhecer de perto um dos tesouros de seu Amaro.

Globo Repórter: Olha, nós estamos a poucos metros do apiário e ali há 20 colmeias. A estimativa é de 50 mil abelhas por colmeia. Ou seja, o senhor tem um milhão de abelhas?
Amaro: Um milhão de abelhas.
Globo Repórter: Tem um horário que elas ficam mais atiçadas?
Amaro: Tem. Elas ficam mais agressivas quando está chovendo, quando está o tempo nublado.

Para quem não está acostumado, é assustador. São muitas! O zumbido delas é alto e dá agonia. Já seu Amaro trabalha sem luvas, confiante de que não vai ser atacado.

As abelhas servem como termômetro de um meio ambiente. A presença delas é sinal de saúde da floresta. Hoje, são cada vez mais raras na Mata Atlântica.

“Isso quer dizer que essa floresta provavelmente está bastante alterada e que vários recursos que teriam normalmente ali não já não existem”, diz a bióloga Maria Cristina.

E se elas continuarem sumindo, vamos sentir na nossa mesa. A abóbora, o melão, o açaí, a maçã, o maracujá, a castanha-do-pará, a de caju e muitos outros podem desaparecer também.

“A nossa alimentação vai ser empobrecida. Vários itens que a gente usa como alimentos certamente não existiriam se não existirem as abelhas”, completa Maria Cristina.

Fonte: http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2014/12/abelhas-ajudam-agricultor-aumentar-produtividade-de-lavoura.html

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