Você Sabia? Archives | Apiários LambertucciApiários Lambertucci

1809-2017

extincao-das-abelhas

Algumas espécies de abelhas entraram em 2016 para a lista de espécies em extinção. Mas o que tem causado a extinção das abelhas?

As populações de abelhas têm sofrido particularmente na Europa e América do Norte, por um fenômeno conhecido como “desordem de colapso das colônias”, em que abelhas operárias desaparecem abruptamente das colmeias.

Além disso, há outras razões que explicam a redução da diversidade de abelhas, como perda de habitat natural, mudanças climáticas e más práticas agrícolas.

“Aqui (na Colômbia) usamos muito pesticida por receio de perder a colheita. Mas os agrotóxicos não distinguem se os insetos são nocivos ou não”, explica Rodulfo Ospina-Torres, pesquisador do laboratório de abelhas silvestres da Universidade Nacional de Bogotá.

Especialmente na América Latina, onde o setor de apicultura é menos desenvolvido do que nos Estados Unidos ou na Europa, as abelhas selvagens desempenham um papel crucial para assegurar boas colheitas.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2017/06/1891807-a-catastrofe-do-desaparecimento-das-abelhas-e-o-que-voce-pode-fazer.shtml

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709-2017

por-que-as-abelhas-produzem-a-propolisA Própolis é muito utilizada pelo ser humano como sendo um santo remédio contra diversas doenças. Mas afinal, por que as Abelhas produzem a Própolis? Continue lendo esse artigo e vamos te contar qual a função da Própolis na colmeia.

Na rotina agitada de uma colmeia, a saúde é uma das prioridades do grupo. Por isso, as abelhas gastam boa parte da sua energia coletando resinas na vegetação ao redor para produzir um poderoso remédio, a própolis.

Com a Própolis, as operárias vedam todas as frestas da colmeia para aproveitar o melhor de suas propriedades físicas e biológicas. A própolis isola o ambiente interno a fim de manter a temperatura ideal, impedir a entrada de vento e chuva e blindar a área contra bactérias, vírus e fungos capazes de colocar em risco a vida dos insetos.

Simplesmente incrível.

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1608-2017

extincao-das-abelhas-e-o-fim-da-vida-na-terra
A população de abelhas no mundo todo tem diminuído drasticamente nos últimos anos. A importância delas vai muito além da produção de mel. Na verdade, a extinção pode causar o fim da vida na terra. Continue lendo esse post e entenda o quanto elas influenciam em nossa vida.

Existe uma frase atribuída a Einstein, onde ele comentaria que se as abelhas desaparecessem, a humanidade só sobreviveria por mais quatro anos.  Isso há muito tempo atrás, mas hoje em dia, a situação piorou muito.

E por que um bichinho tão pequeno é tão importante para nós?

Tudo começa com a Polinização, esses insetos que, segundo a FAO, USP, são responsáveis por 75% de toda a produção de alimentos do mundo. E nós, infelizmente, desconhecemos isso e matamos as abelhas. Desmatamos, tirando delas locais de moradia e de alimento e usamos venenos em excesso.

Sem a polinização das abelhas na florestas, teríamos uma alteração de todo o ecossistema, de todo o clima do planeta.

Sem elas, as florestas não estariam em pé. E sem florestas não teríamos, entre outras coisas, água limpa em quantidade suficiente, um ar melhor e mais respirável para contrabalancear tanta poluição que nós geramos.

Fonte: https://www.climatempo.com.br/noticia/2017/08/03/a-extincao-das-abelhas-poderia-acabar-com-a-vida-na-terra-7444

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1108-2017

o-poder-do-polen-para-os-atletasO Pólen tem inúmeros benefícios para a nossa saúde, mas você sabia que ele é um ótimo aliado para quem pratica algum esporte?

Continue lendo esse artigo para saber todos os benefícios que o Pólen promove para os atletas.

Há muito tempo as delegações russas que participam das olimpíadas vem levando a maioria das medalhas. Há anos eles vêm buscando o balanço nutritivo correto para produzir atletas cada vez mais superiores, e o Pólen tem papel fundamental nisso.

“A maioria de nossos atletas tomam suplementos alimentares de Pólen. Nossos estudos mostram que isso melhora significativamente o seu desempenho. Não houve resultados negativos desde que começamos a fornecer Pólen aos nossos atletas” disse Lananaki, treinador da equipe de atletismo finlandesa dos Jogos Olímpicos de 1972.

Inclusive, há vários casos de atletas que após ingerirem o Pólen quebraram recordes.

Na natureza há 22 aminoácidos essenciais para a saúde, e o Pólen é o único alimento que concentra todos esses aminoácidos, inclusive os conhecidos BCAA’s (Leucina, Isoleucina e Valina), e ainda é rico em carotenos (vitamina A), por isso têm sido muito utilizados por atletas e praticantes de fisiculturismo, já que ele proporciona energia extra e aumenta o rendimento. Mas além de fornecer energia, o Pólen garante mais resistência para treinar por mais tempo, e também é importante no pós-treino, ajudando os músculos a se recomporem.

O poder energizante do Pólen é muito grande, sua quantidade de nutrientes é o suficiente para melhorar a disposição ao longo do dia e aumentar o vigor. Além disso, ajuda a regular o apetite e eliminar os estados de fadiga, cansaço e enfraquecimento muscular e cerebral, regula a pressão arterial e diminui o colesterol ruim.

Onde encontrar?

A Apiários Lambertucci tem uma linha de Pólen Desidratado pronto para o consumo. Você encontra nas principais lojas e farmácias da sua cidade.

Para mais informações, clique aqui.

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1807-2017

comunicacao-das-abelhas-atraves-dos-feromonios
A comunicação das Abelhas pode ocorrer de diferentes formas, por meio de sons, substâncias químicas, tato, danças, transferência de alimentos ou estímulos eletromagnéticos.

Um dos meios mais importantes de comunicação da Abelhas do tipo Apis mellifera é a transferência de alimento, pois, durante a transferência, ocorrem trocas de algumas secreções glandulares entre uma abelha e outra.

Esse simples gesto de troca de alimento pode informar a necessidade de néctar e água, odor e sabor da fonte de alimento, entre outras atividades. Durante esse processo, também são transferidos feromônios, que estimulam ações específicas.

A mensagem química transmitida pelos feromônios tem por objetivo estimular determinado comportamento, que pode ser de alarme, agregação, contribuição na produção de alimentos, defesa, ataque, acasalamento, etc.

Vejamos alguns exemplos de Feromônios produzidos pelas Abelhas:

Feromônios produzidos pelas operárias

Feromônio de trilha: Orienta as operárias na localização do ninho e de fontes de alimento.
Feromônio de alarme: Alerta as operárias quanto à presença de inimigo próximo à colmeia.
Feromônio de defesa: Liberado por operárias, durante a ferroada, atrai outras operárias para ferroarem o local.
Feromônio de detenção: Repele as operárias de fontes sem disponibilidade de alimento.
Feromônio da glândula de Nasonov: Liberado na entrada da colmeia, durante a enxameação e em fontes de água e alimento, ajuda na orientação e no agrupamento das abelhas.

Feromônios produzidos pela rainha

Feromônio da glândula mandibular: Atrai zangões para o acasalamento, mantém a unidade da colmeia, inibe o desenvolvimento dos ovários das operárias e a produção de outras rainhas.
Feromônio das glândulas epidermais: Atrai as operárias. Age em sinergia com o feromônio da glândula mandibular.
Feromônio de trilha: Ajuda a evitar a produção de novas rainhas.

Feromônio produzido pelo zangão

Feromônio da glândula mandibular do zangão: Atrai rainhas e outros zangões para a zona de congregação de zangões.

 

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1207-2017

picada-de-abelhaAs picadas de abelha podem causar muita dor, e em alguns casos, até provocar uma reação exagerada do organismo que causa intensa dificuldade para respirar. No entanto, isto só acontece em pessoas que possuem alergia ao veneno das abelhas.

Mas você sabe se é alérgico a picada de abelhas? Listamos 4 sinais de que você é alérgico.

Os sinais e sintomas que indicam uma reação alérgica exagerada à picada da abelha são:

Aumento da vermelhidão, coceira e inchaço no local da picada;
Dificuldade para respirar e para engolir a saliva;
Inchaço do rosto, boca ou garganta;
Sensação de desmaio ou tonturas.

Caso estes sintomas sejam identificados, deve-se chamar uma ambulância ou levar a vítima para o hospital imediatadamente porque é uma situação grave que pode colocar em risco a vida.

 

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806-2017

as-abelhas-sentem-emocoes

As Abelhas sentem emoções? Continue lendo esse artigo baseado em uma pesquisa científica e descubra.

Charles Darwin uma vez escreveu em um dos seus livros que insetos “expressam raiva, terror, ciúmes e amor”. Isso foi em 1872. Agora, muito tempo depois, pesquisadores descobriram mais evidências de que Darwin talvez pudesse estar na pista certa.

Abelhas parecem ter um “estado emocional positivo”, de acordo com um estudo publicado na revista científica Science. Em outras palavras, elas talvez experimentem algo semelhante à felicidade.

Pesquisadores realizam estudos para procurar por evidências de que insetos possuam, de fato, os elementos essenciais cognitivos, comportamentais e psicológicos que, quando combinados, criam um fenômeno complexo como a emoção.

O biólogo Clint Perry, da Queen Mary Universidade de Londres e seus colegas treinaram abelhas para que distinguissem uma flor azul colocada do lado esquerdo de outra verde, posta no lado direito. Quando as abelhas exploraram a flor azul, encontraram uma solução com 30% de açúcar. Mas quando exploraram a verde, encontraram apenas água. Eventualmente, as abelhas aprenderam a associar a flor azul com uma recompensa doce.

Os pesquisadores então testaram as abelhas usando flores com cores ambíguas e locais intermediários. Metade dos insetos recebeu uma solução com 60% de açúcar antes do teste. Essa parcela voou mais rápido em direção a flor ambígua verde e azul. O restante das abelhas, que não recebeu a solução, voou mais devagar.

A suposição de que um estímulo ambíguo contém uma recompensa, apesar da falta de evidência, se chama viés otimista. O experimento de Perry sugere que um pouco de açúcar fez as abelhas entrarem num estado emocional positivo, fazendo com que se sentissem mais otimistas quanto às possibilidades de que a flor contivesse a recompensa.

Em outro teste, envolvendo a simulação de um ataque de predador, as abelhas alimentadas com a solução açucarada mostraram o mesmo viés otimista.

Segundo Perry, isso não significa que abelhas possuam sentimentos, mas que elas são capazes de sentir emoções involuntárias: “Nós não mostramos que elas se sentem felizes,” ele diz.

A evidência mostrou que abelhas possuem mecanismos cognitivos, psicológicos e comportamentais que baseiam as emoções.

Fonte: http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/abelhas_tem_emocoes__sim_.html

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505-2017

descbra-todas-as-atividades-que-a-abelha-operaria-realiza-dentro-de-uma-colmeiaA abelha operária é uma verdadeira carregadora de piano. Afinal ela é responsável por todo trabalho realizado no interior da colmeia, exceção feita à postura de ovos, atividade exclusiva da rainha.

As abelhas operárias encarregam-se da higiene da colmeia, garantem o alimento e a água de que a colônia necessita, coletando pólen e néctar, produzem a cera com a qual constroem os favos, alimentam a rainha, os zangões e as larvas por nascer e cuidam da defesa da família.

Além destas atividades, as operárias ainda mantêm uma temperatura estável, entre 33º e 36ºC, no interior da colmeia, produzem e estocam o MEL que assegura a alimentação da colônia, aquecem as larvas (crias) com o próprio corpo em dias frios e elaboram a PRÓPOLIS, substância processada a partir de resinas vegetais, utilizadas para desinfetar favos, paredes , vedar frestas e fixar peças, na colmeia.

As abelhas operárias nascem 21 dias após a postura do ovo e podem viver até seis meses, em situações excepcionais de pouca atividade. O seu ciclo de vida normal não ultrapassa os 60 dias.

Mas apesar de curta, a vida das operárias é das mais intensas. E esta atividade já começa momentos após seu nascimento, quando ela executa o trabalho de faxina, limpando, alvéolos, assoalho e paredes da colmeia. Daí a denominação de faxineira.

A partir do quarto dia de vida, a operária começa a trabalhar na cozinha da colmeia com o desenvolvimento de suas glândulas hipofaríngeas, ela passa a alimentar as larvas da colmeia e sua RAINHA. Chamadas neste período de sua vida, que vai do 4º ao 14º dia, de nutrizes, essas abelhas ingerem pólen, mel e água, misturando estes ingredientes em seu estômago.

Em seguida, esta mistura que passou por uma série de transformações químicas, é regurgitada nos alvéolos em que existam larvas. Esta mistura servirá de alimento às abelhas por nascer.E, com o desenvolvimento das glândulas hipofaríngeas, produtoras de geleia real, as operárias passam a alimentar também a RAINHA, que se alimenta exclusivamente desta substância.

De nutrizes, as operárias são promovidas a engenheiras, a partir do desenvolvimento de suas glândulas cerígenas, o que acontece por volta do seu nono dia de vida. Com a cera produzida por estas glândulas, as abelhas engenheiras constroem os favos e paredes da colmeia e operculam, isto é, fecham as células que contêm Mel maduro ou larvas. Além deste trabalho, estas abelhas passam a produzir Mel, transformando o néctar das flores que é trazido por suas companheiras. Até esta fase, as operárias não voam, e ficam somente na colmeia.

A partir do 21º dia de vida, as operárias passam por nova transformação: elas abandonam os trabalhos internos na colmeia e se dedicam à coleta de água, néctar, pólen e própolis, e à defesa da colônia. Nesta fase, que é a última de sua existência, as operárias são conhecidas como campeiras.

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1304-2017

como-nasce-a-abelha-rainha

Para nascer uma Abelha Rainha, a Rainha Mãe (já velha e cansada) põe o ovo numa célula especial, construída pelas operárias, chamada de célula da Rainha. O local é considerado especial, a rainha que está sendo criada, enquanto larva recebe atenção exclusiva sendo alimentada pelas operárias com a geleia real – riquíssimo em proteínas, vitaminas e hormônios sexuais. Esta “superalimentação” fará com que ela se torne diferenciada das operárias. A geleia é o único e exclusivo alimento da abelha rainha, durante toda sua vida.

A nova rainha leva pelo menos 15 dias para nascer e, assim que nasce, é acompanhada de “paparicos” por várias operárias, que garantem sua alimentação e seu bem-estar. Logo que se sente forte, ela começa a fazer vôos de reconhecimento em torno da colmeia, se preparando para o tão importante vôo nupcial quando será fecundada pelos zangões. Os zangões são os únicos machos da colmeia, sua função é somente fecundar a rainha.

 

 

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203-2017

como-surgiu-a-apicultura-no-brasilVocê sabe como surgiu a Apicultura no Brasil? Continue lendo esse post que vamos te contar todos os detalhes da introdução da Apicultura no nosso país.

A Apicultura foi introduzida no Brasil em 1839, quando o padre Antonio Carneiro importou da região do Porto (Portugal) 100 colônias de abelhas da espécie Apis mellifera. Depois de cruzar o Atlântico, apenas sete colônias sobreviveram e foram instaladas na praia Formosa, no Rio de Janeiro.

Entre 1845 e 1880, imigrantes alemães e italianos introduziram outras subespécies de Apis mellifera em localidades do Sul e Sudeste do país.

Durante essa fase, as abelhas melíferas eram exploradas principalmente como hobby e para a produção de cera.

Até a década de 1950, a produtividade de mel pelas abelhas melíferas europeia era baixa e para reverter essa situação, em 1956, o professor Warwick Estevan Kerr partiu para a África em busca de novas abelhas rainhas.

A viagem, que contou com o apoio do Ministério da Agricultura, resultou na vinda de 49 rainhas que foram instaladas no apiário experimental de Rio Claro, no Estado de São Paulo.

O projeto era realizar estudos comparando as abelhas africanas com as europeias, avaliando a produtividade e resistência para a definição da raça mais adequada às condições brasileiras.

Entretanto, por falhas de manejo, as abelhas de 26 colmeias acabaram liberadas e culminou com o cruzamento das abelhas africanas com as europeias, resultando na abelha africanizada.

Durante esse período de africanização, o país viveu uma fase problemática que foi muito explorada pelo sensacionalismo da mídia, que as tratava como “abelhas assassinas”.

De salvadoras da nossa Apicultura, elas passaram a ser tratadas como pragas que precisavam ser exterminadas. Soluções drásticas, como pulverizações de inseticidas em grandes áreas, chegaram a ser avaliadas. Diante desse quadro caótico, de baixa produção de mel, desconhecimento no manejo e diversos acidentes, muitos apicultores abandonaram a atividade.

Com o tempo os apicultores remanescentes passaram a adaptar as técnicas de manejo das abelhas europeias para as africanizadas.

Mas como aconteceu a recuperação desse cenário?

Um maior intercâmbio de técnicas e experiências, com a realização de simpósios e congressos reunindo produtores e pesquisadores, contribuiu decisivamente para o estabelecimento da Apicultura como setor importante da produção agropecuária.

Como marco dessa recuperação, em 1967 é fundada a Confederação Brasileira de Apicultura e três anos depois é realizado o primeiro congresso brasileiro da área. :)

 

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